Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 18/06/2021

É de conhecimento geral que na colonização do Brasil, um dos obstáculos foi o impacto devastador das doenças infecciosas trazidas pelos europeus. Nesse sentido, nos últimos 30 anos, tem crescido o número de surtos de vírus, proliferando assim as doenças que assolam todo o mundo. Desse modo, percebe-se que, mesmo com o avanço da saúde pública no Brasil, permanece a situação de desigualdade, devido à negligência e a falta de administração.

Em primeiro lugar, é importante destacar a falta de desinformação da população que permanece nos dias de hoje. Vale ressaltar que, no início do século XX ocorreu no Rio de Janeiro a Revolta da Vacina. A reação da população, por falta de informação, foi contra e acabou causando muitas mortes. Bem como, hoje em dia ainda existe na sociedade falta de informação em relação a doenças, como por exemplo, dengue e zika, que podem ser combatidas evitando o acúmulo de água parada. Diante desse escasso repasse de informações, o enfrentamento das pandemias é fortemente dificultado.

Além disso, vale evidenciar a falta de administração do Governo na questão dos hospitais públicos. O Sistema Único de Saúde, SUS, sofre com dois problemas básicos: verba insuficiente e gerenciamento mal feito desse dinheiro. A má administração está diretamente relacionada a pessoas despreparadas e incapacitadas para gerir esses recursos. Ademais, a falta de leitos é outro problema que afeta os brasileiros. De acordo com, a Associação Nacional de Hospitais Privados mostra que o Brasil tem cerca de dois mil leitos por habitante, abaixo do que é recomendado pela a OMS.

Portanto, é preciso tomar providências para diminuir o quadro atual. Urge que o Governo, em parceria com o Ministério da Saúde, faça campanhas sobre a importância da vacinação através das mídias e escolas. Outrossim, é preciso que não falte verbas em hospitais públicos e é necessário melhorias na administração, pensando sempre no bem-estar da população. Somente assim, será possível que o Brasil alcance bons resultados em relação a problemática.