Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 18/06/2021
Promulgada pela Organização das Nações Unidas em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito a saúde e ao bem-estar social. Entretanto, os desafios na saúde púlica, especialmente em relação à epidemias, impossibilitam que uma parcela da população brasileira desfrute de seus direitos na prática. Isso ocorre, principalmente, devido a ausência de políticas públicas eficientes, e a uma negligência do governo.
Em primeiro lugar, evidencia-se, por parte do Estado, a ausência de políticas públicas suficientemente efetivas para resolver a problemática. Segundo Abraham Lincoln, ícone político americano, a política é serva do povo e não o contrário. Com efeito, em relação a saúde pública, o que se percebe é justamente a ideia oposta a que Lincoln defendeu, pois não há um conjunto de ações, planos, metas públicas voltadas para a resolução da questão. E como consequência há o agravamento de um problema social e ambiental expressivo que poderia ser solucionado se houvesse mais interesse do Estado. Logo, é inegável que essa situação ocorre porque governo não age em prol da resolução dela.
Paralelo a isso, nota-se que a negligência governamental é uma das causas da questão. Segundo a jornalista Mônicka Christi, a negligência governamental para com o povo na observância e cumprimento de sua obrigação quanto aos direitos do cidadão é uma afronta desrespeitosa a lei e justiça. Nessa lógica, em se tratando de diversas matérias, mas, principalmente, no que tange à/ao_____________________(TEMA), percebe-se um total despreparo e inércia por parte do Estado. No sentido de que não há nenhum tipo de educação e/ou preparação social em relação à questão, ocasionando diversas consequências da qual o próprio Estado não demonstra competência para solucionar. Sendo assim, é inaceitável que um país que detém uma das maiores taxas de impostos do mundo, não tenha planos e meios de erradicar o revés.