Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 18/06/2021
A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que pandemia é a disseminação mundial de uma nova doença e o termo passa a ser usado quando uma epidemia, surto que afeta uma região, se espalha por diferentes continentes com transmissão sustentada de pessoa para pessoa.
A Praga de Cipriano, uma doença que se alastrou facilmente pelo mundo antigo e pode ser interpretada como uma pandemia. Os relatos da época indicam que a praga tenha de disseminado a partir do Egito e conectada com diversas outras localidades. Alguns de seus sintomas eram a fraqueza, o calor, os vômitos constantes e até mesmo as gangrenas. Segundo São Cipriano, um bispo cartaginês, responsável por deixar alguns registros escritos, alguns enfermeiros atingidos pela peste chegavam a perder a audição ou a visão e que o número de mortes em decorrência desta praga era bastante alto.
Como a peste abateu muita gente e gerou muitas mortes, e como o Império Romano já se encontrava em crise profunda, ela pode ser vista como mais um fator para o contexto pelo qual Roma passava. Acredita-se que o que causou foi a varíola, a gripe ou um vírus semelhante ao ebola, e que matou mais de cinco mil pessoas por dia em Roma e durou cerca de 15 anos. Para o diretor da OMS, o Brasil tem um histórico de abordagem muito forte de realmente lidar com epidemias bastante graves e já demonstrou competência para lidar com doenças como a dengue e a zika.
Ademais, tomar vacinas é a melhor maneira de se proteger de uma variedade de doenças graves e de suas complicações, que podem até levar à morte. Quem não se vacina não coloca apenas a própria saúde em risco, mas também a de seus familiares e outras pessoas com quem tem contato, além de contribuir para aumentar a circulação de doenças. O objetivo da campanha é explicar de maneira simples o funcionamento das vacinas e sua segurança, quem pode se vacinar, por que vacinar, entre outros pontos.