Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 18/06/2021

Durante a Idade Média, casos de Peste Negra eclodiram na Europa, varrendo o continente europeu, causando a morte de grande parte da população. Da mesma forma, o Brasil vive atualmente uma alta epidemia de dengue, zika e chikungunya, devido ao grande indice de Aedes aegypti existentes, o que é um fator problemático para a saúde pública. Nesse caso, a campanha antivacinas e a escassez de investimentos em medicina preventiva se destacam entre os fatores que levam a essa situação

Na perspectiva, vale destacar que o aumento das epidemias ocorre principalmente em áreas onde as condições de saneamento básico são instáveis ​​e nas áreas rurais onde a população não tem acesso a serviços e equipamentos urbanos. Nesse caso, a rede pública nem sempre oferece atendimento básico ao cidadão, e fatores como equipamentos insuficientes ou hospitais superlotados podem afetar a insatisfação das pessoas que precisam fazer o acompanhamento. Paralelamente a essa lógica, em outubro de 2015, foi observado um aumento inesperado na taxa de natalidade de crianças com microcefalia - uma malformação congênita com desenvolvimento cerebral anormal - originalmente em Pernambuco, devido à incapacidade de reparar o transmissor, no Brasil. a maioria das áreas.

Ao mesmo tempo, o papel da população é fundamental para evitar a propagação dos desequilíbrios, pois o vírus que costuma causar um surto requer uma área propícia à sua disseminação, como uma área de águas abertas. Nesse sentido, áreas onde os cidadãos não entendem o modo de transmissão e seus riscos tornaram-se, portanto, alvos de propagação de doenças. Além disso, outra forma de controlar a patologia é desenvolver um plano nacional de vacinação para crianças desde o nascimento.Os recém-nascidos, especialmente os prematuros, têm um risco maior de contrair doenças porque suas capacidades de defesa ainda estão em desenvolvimento.

Portanto, fica claro quais medidas precisam ser tomadas para amenizar um grande número de epidemias em todo o cenário brasileiro. Com isso, é necessário que os órgãos governamentais formulem planos benéficos às comunidades carentes e ampliem os recursos básicos de saúde, para que a sociedade desenvolva o hábito de controlar os vetores de doenças, prosperando a vida dos moradores. Além disso, é necessário que o Ministério da Saúde promova a vigilância epidemiológica e ações educativas e palestras com o apoio das autoridades municipais para conscientizar a sociedade sobre os riscos. projeto da sociedade.