Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 18/06/2021
É relevante abordar, primeiramente, que o sistema único de saúde (SUS) apresenta grande eficácia na identificação de doenças que podem ocasionar surtos e epidemias, isso se deve ao crontole de dados da instituição sanitária, entretando, a crescente pressão feita por outras doenças ao atendimento médico legal nos postos de saúde e hospitais faz com que a capacidade de atendimento seja reduzida.
Nessa perspectiva, cabe pontuar que os pacientes doentes podem acabar por não serem tratados adequadamente e servindo como agente propagador da doença, tal fator acabará por gerar um agravamento ainda maior na pressão exercida à estrutura de saúde, resultando em um aumento na complexidade da resolução do problema.
Dentro dessa problemática, vale também enfatizar que a nação verde-amarela apresenta uma grande extensão territorial, criando um aumento da dificuldade na elaboração de uma intervensão que solucione uma questão de saúde pública, além disso, as regiões do país por mostrarem aspectos socioeconômicos distintos, podem ser capazes de terem causas desiguais no que diz respeito ao surgimento e propagação de infecções.
Vê-se, portanto, a necessidade de medidas esmaecentes no que diz respeito a forma como a sociedade brasileira enfrenta uma epidemia. Dessarte a isso, cabe a união dos governos federal, estadual e municipal investir na construção ou aprimoramento de redes de saneamento básico nas localidades de maior carência, essa ação servirá como forte medida de prevenção a inúmeras doenças e infecções, que não mais pressionarão o SUS, nesse sentido, uma número superior de pacientes infectados poderão ser melhor atendidos e dessa forma uma crise sanitária regional poderá deixar de ser grave e complexa.