Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 21/06/2021

No livro “um milhão de idiotas” de monteiro lobato é retratada a ausência de saneamento básico brasileiro, que contribuía para proliferação de doenças e epidemias como chagas peste, bubônica e febre amarela. O Autor cita sobre o epidemiologista Oswaldo Cruz e trás seus principais feitos como o combate ao surto de peste bubônica no litoral paulista e a erradicação das doenças endêmicas no Rio de Janeiro. Nesse sentido a narrativa revela que ainda no século XX havia muitos surtos e epidemias causadas por falta de saneamento em que a questão climática favorecia para proliferação das doenças. Ao decorrer do livro fica nítida a relação da obra com a realidade do século XXI, que ainda enfrenta muitos problemas na saúde pública, causadas por epidemias como dengue, zika e chikungunya, doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

Em primeiro lugar é importante destacar que mudanças climáticas, desmatamento e aumento de população impulsionam ondas de epidemias. Segundo o epidemiologista Oswaldo Cruz é de suma importância a parceria da saúde publica junto com a população, assim fica claro que haja um bom funcionamento da saúde e para prevenção de epidemias.

Além disso, no Brasil ainda há muitos casos de epidemias relacionada com o mosquito Aedes aegypti; segundo a folha de São Paulo em 2019 doenças como zika dengue e chikungunya, aumentaram em relação ao ano de 2018, sendo a dengue a principal em crescimento, com cerca de 599% no período de 2018 e 2017. Paralelamente com o livro vemos que desde do século xx já havia focos do mosquito da dengue e principalmente malária, sendo o principal fator agua parada.

Portanto é necessário que o estado tome providencias para amenizar o quadro atual. Para o combate a epidemias no Brasil, urge que o Ministério da saúde crie meios de conscientização e fiscalização para o combate a epidemias, por meio de propagandas, publicidade e visitas domiciliar. Somente assim será possível uma parceria maior entre a saúde publica e a população, contra doenças que podem vir a ser epidemias.