Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 18/06/2021

Uma epidemia ocorre quando uma população é rapidamente exposta à doença e causa um grande número de morte. A história da epidemia no Brasil começou com a chegada dos portugueses e afetou principalmente a população local. Portanto, com o surgimento de novas epidemias no país a cada ano, a falta de informação e o descaso sobre a sociedade pública de saúde é um problema em si.

Ainda convém lembrar, que o Brasil é mundialmente conhecido por seu programa de imunização, oferecido à população gratuitamente por meio de um sistema único de saúde. No entanto, números marcados pelo Programa Nacional de Imunizações - apenas 11 estados têm cobertura vacinal contra poliomielite superior a 90% em 2017, indicando que os brasileiros apresentam resistência na área de vacinação. Como resultado, surtos de doenças que estavam sob controle e novas epidemias voltaram. Esse comportamento geralmente ocorre porque muitos pais se recusam a vacinar seus filhos por motivos religiosos e reações adversas porque pensam que são saudáveis. Além disso, uma parte da classe alta finalmente escolheu a vacina que desejava com base em informações não científicas ou, em casos, nem mesmo a algum obtido. Por outro lado, os grupos pobres carecem de serviços médicos.

Todavia, uma pandemia que destruiu o Brasil não é apenas resultado de negligência na vacinação, mas algumas são causadas pela migração de mosquitos infectados por doença devido à forma, falta de saneamento básico e desmatamento. Este último é o principal causador de epidemias no Brasil, como o Aedes aegypti, vetor da dengue, febre amarela, vírus Zika e chikungunya, que causam mortes no país. Conforme relatado pelo Ministério da Saúde, o país aumentou 339% em 2019 em relação ao ano anterior, o que aumentou a urgência de medidas de controle da proliferação.

Em virtude dos fatos mencionados, são necessárias ações de conscientização da sociedade. Para isso, o Ministério da Saúde é responsável por promover o reabastecimento de vacinas nos postos de saúde dos municípios e, em conjunto com o Ministério da Educação, desenvolver palestras e oficinas nas escolas, com a participação dos familiares dos alunos, relatando a importância de vacinação e medidas profiláticas aplicadas na vida cotidiana. Além disso, a mídia tem o papel de abordar o tema por meio de anúncio e programas de televisão. Dessa forma, será possível minimizar, ou mesmo erradicar, esse problema e trazer bons resultados para a saúde pública brasileira.