Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 19/06/2021

Segundo o artigo 196 da Constituição Federal de 1988, é dever do Estado garantir o acesso à saúde de forma igual e para todos. Contudo, é possível perceber que esse direito não está sendo exercido de forma correta. Na atualidade, é presente uma grande dificuldade da nação brasileira ao acesso dos recursos essenciais, e isso acontece pela falta de assistência e investimento análogas a todos os indivíduos que necessitam desses recursos. E, por meio dessa realidade, são percebidos diversos efeitos negativos que influenciam tanto no cidadão que é desbeneficiado, quanto na sociedade que sofre com as consequências e mudanças que as epidemias causam.

Em primeiro plano, é importante analisar que a maior parte dos seres humanos no Brasil não é favorecida e nem possui acesso aos direitos básicos da vida. Mediante a essa ideia, as pessoas estão sujeitas as más condições de saneamento básico e aos microrganismos transmissores de doenças epidêmicas, tal qual não exercem seus direitos de atendimento relacionados à sanidade e bem-estar, motivo que influencia para que o Brasil se torne cada vez mais suscetível a alteração do estado de boa condição física e mental do grupo social. Desse modo, os desafios na saúde pública são pontos principais para o aumento de epidemias no país e isso se torna frequente pela falta de qualidade que essa área oferece para a sociedade.

Somado a isso, vale debater que a falta de assistência no setor de saúde com o propósito de favorecer as pessoas resulta em uma grande quantidade de impasses. Além de que os indivíduos precisam resistir as suas doenças com a carência de auxílio de forma correta dos especialistas e sem uma boa série de medicamentos essenciais no tratamento das enfermidades. Essa não garantia do sistema de saúde traz impactos para toda a sociedade, uma vez que a mesma precisa enfrentar os meios de combate das epidemias, como distanciamento social e realização de quarentena, por exemplo, isso se efetiva por uma fala de cientistas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) que diz que uma vida seria salva por minuto se o Brasil mantivesse o afastamento social.

Portanto, é primordial diminuir as consequências provocadas pela falta de uma boa estrutura na saúde do Brasil. Por isso, cabe ao Ministério da Saúde criar projetos de qualidade para as famílias mais necessitadas e sem condições de pagar por um bom atendimento médico, em que as mesmas recebam assistência, principalmente, nos períodos de extremidades das epidemias, de forma que seja destinado parte do PIB ou do orçamento nacional para realização desses programas. Dessa maneira, o grupo social será beneficiado na área da saúde de uma forma igual e para todos. Só, então, essa dificuldade proposta pela precarização no sistema de amparo e bem-estar será enfrentado de forma correta.