Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 20/06/2021
A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6°, o direito a saúde como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal privilégio, não tem se repetido com ênfase na prática quando se observa os desafios na saúde pública, como lidar com epidemias no Brasil. Dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o problema de não haver grande investimento do país na área da saúde. Nesse sentido, chega a ser algo bastante preocupante, porque a saúde é muito importante e sem investimento pode faltar “objetos” hospitalares, um exemplo recente pode ser colocado o fato de ter faltado respiradores para pessoas afetadas pela covid-19. Essa situação, segundo as ideias do filósofo John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a segurança da saúde, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar que algumas pessoas não ajudam na hora de fazer melhorias em pequenas atitudes, como jogar o lixo no lugar certo ou não deixar água acumular, como impulsionador de infecções ou contágio de doenças no Brasil. Segundo o ministério da saúde, é atribuído o crescimento no número de casos da dengue ao aumento do armazenamento de água em decorrência da seca. Diante de tal exposto, por causa da seca, pessoas estão armazenando água para que no futuro não falte, porém isso acaba trazendo os mosquitos que transmitem a dengue e consequentemente pessoas podem morrer ou ficarem bem mal de saúde. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Constata-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é necessário que o ministro de saúde, por intermédio de reuniões e conversas com pessoas importantes façam a análise de como melhorar essa situação, começando pela parte de sacrificar o dinheiro de situações menos importantes para assim investir mais nessa área a fim de que aja menos mortes no Brasil. Assim, se consolidará uma sociedade melhor e mais ativa, onde o estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.