Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 21/06/2021
No século XX, o médico sanitarista Oswald Cruz ganhou notoriedade por praticamente extinguir as epdemias que ocorriam no Brasil à época, como a feber amarela e a varíola. Entrentando, seus métodos autoritários - que incluiam invasão de cortiços e vacinação à força - culminaram na revolta da vacina, um dos mais emblemáticos levantes populares da história do país. Hoje, a nação enfrenta um cenário complexos com epdemias recentes causadas pelo mosquito Aedes aegypti e também sofre os males causados pela pandemia de Covid-19. Dito isso, um dos grandes desafios do sistema de saúde é combater essas enfermidades com o mesmo sucesso do passado, mas de uma forma democrática.
A priori, é necessário destacar que, apesar do relativo sucesso no combate à dengue e ao zika vírus, a pandemia de coronavírus escancarou a dificuldade do sistema de saúde nacional em cumprir plenamente seu dever. Isso se dá, primcipalmente, pelo sucateamento de várias unidades de atendimento e pelo número limitado de leitos e de equipamentos. Todos esses fatores são ainda mais nítidos no interior, onde há uma absurda falta de médicos, pois os profissionais acabam se concentrando nos grandes centros. Logo, é mister afirmar que, são necessárias medidas atenuem esse cenário.
Ademais, vale ressaltar que, o desmazelo por parte do governo federal também contriubuiu para o panorama catastrófico que fez o Brasil ir na contra-mão das grandes potências no que diz respeito ao combate à pandemia. Com isso, surge a preocupação de que o avanço que o país teve no combate às epdemias nos ultimos anos seja afetado por uma gestão negligente e negacionista. Dessa forma, torna-se inevitável que as autoridades tenham senso de urgência para com a situação e evitem que ainda mais vidas sejam perdidas.
Compreende-se, portanto, que é de extrema necessidade que o Estado - através do ministério da saúde - se reúna com especialistas competentes da área da saúde e da epidemologia, para traçar planos que viabilizem o combate nos mais variáveis contextos de epidemias. Além disso, é de suma importância que haja investimentos e redistribuição de corpo médico no sistema de saúde público, para que haja boa estrutura e bom número de profissionais nas mais diversas áreas do território nacional. Por fim, é de grande relevância que cada cidadão compreenda seu papel, idependente do exemplo ddado pelos líderes, e cumpra as medidas eficazes de erradicar as doenças. Assim, será possível viabilizar um combate aos flagelos que assolam o Brasil.