Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 20/06/2021

A saúde nem sempre foi pensada como algo público. Só começou a ser pensada dessa forma quando houve a consolidação dos Estados nacionais modernos. As cidades foram crescendo junto com a população que, vivem nos mesmos lugares e fez com que começassem a surgir preocupações com taxas de natalidade, mortalidade e epidemias, fazendo com que as cidades tivessem que se organizar para que, as pessoas tivessem uma melhor qualidade de vida, e evitasse o surto de doenças como, a dengue.

O Brasil tem um dos pricipais sistemas básicos de saúde do mundo, o SUS, porém, ele é mal administrado e sofre com poucos investimentos financeiros. Isso causa um colapso na saúde pública brasileira, que muita das vezes não é suficiente e tem pouca qualidade de atendimento a população. Alguns desses problemas é a falta de médico (o Conselho Federal de Medicina estima que exista 1 médico para cada 470 pessoas), falta de leitos e a grande espera para atendimento.

No dia 20 de junho de 2021 o Brasil alcançou a marca de 500mil mortos pelo vírus da Covid19, que atualmente é o causador da pandemia mundial, e além de sofrer com essa doença o Brasil enfrenta a muito tempo uma epidemia causada pelo mosquito aedes aegypti causador da dengue. Segundo a OMS, foram 78.808 casos da doença no país até 2020, com concentração nos estados da Bahia e Espírito Santo. 25 pessoas morreram da doença, e em 2019 foram 1.544.987 casos de acordo com dados oficias.

Fica evidente portanto que, para conseguir enfrentar epidemias e até mesmo melhorar a qualidade de vida da população, é necessário de imediato o maior investimento financeiro principalmente, no SUS, para que, mais médicos sejam contratados, leitos e equipamentos suficientes para a população sejam adquiridos e mais funcionários sejam contratados. Além da construção de mais hospitais e unidades de pronto atendimento, para que as filas de espera diminuam. É de total importância que a população seja conscientizada para que não haja focos onde as doenças se proliferem.