Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 20/06/2021

Na era moderna, pode-se vislumbrar diversos casos de epidemias que serviram para conscientizar as pessoas da importância do saneamento básico, e a dificuldade que é controla-las. É notório que os principais problemas são respectivamente: o acumulo de lixo e a falta de conscientização da população.

É perceptível que a maioria das epidemias vividas no Brasil foram causadas por mosquitos, principalmente o Aedes aegypti que é responsável por espalhar as moléstias: dengue, Zika vírus e Chikungunya. Em 2015, foram registrados 224.101 casos de dengue no país e só no Sudeste aconteceram 145.020 casos da doença, e um dos maiores criadouros dos mosquitos que transmitem esses enfermos, é o de água parada em sucata, seja eles em casas, terrenos baldios ou em vasos de plantas. Portanto, essa situação pode ser combatida com propagandas do ministério da saúde contra o acumulo de lixo causado por descartes do próprio cidadão.

Além disso, a falta de preocupação da população e a desinformação atrapalha na prevenção contra doenças epidêmicas, sendo o acumulo de lixo o principal problema, aonde muitas vezes o cidadão é instruído a não deixar lixo acumulado ou a não jogar lixo em terrenos baldios pelos profissionais da saúde, porém são regularmente ignorados o que resulta no progresso da epidemia, também é frequente a disseminação de informações falsas, o que pode levar a piorar a situação. Desse modo para evitar o progresso do surto, deve-se desmentir notícias fictícias, e contar com métodos de clarificação para que todos fiquem cientes de como ajudar no combate as epidemias.

Em suma, cabe ao Ministério da Saúde produzir palestras em escolas e em locais com muito movimento de modo a conscientizar o povo da importância de seguir as orientações, disponibilizada no site do MS. Muito importante, fazer o descarte do lixo acumulado, em outras palavras investindo verba para que o mesmo seja retirado e reciclado.