Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 20/06/2021

A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importnte do país, prevê em seu artigo 6º, o direito à saúde de qualidade como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observam os desafios na saúde pública em relação ao controle de epidemias no Brasil, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.

A priori, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o desenvolvimento de epidemias nos estados brasileiros, que muitas vezes são vistas como apenas mais uma doença que assola nosso país. Nesse sentido, segundo uma pesquisa realizada pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 200 países, o Brasil está prestes a enfrentar um outro tipo de epidemia, além da pandemia do COVID-19, a da obesidade e desnutrição, que possuem carga dupla. Eventualmente, observa-se que a obesidade prevalece nas classes menos favorecidas e causa diversas outras doenças relacionas, superlotando o SUS (Sistema Único de Saúde), problema este que deve ser solucionado focando na medicina preventiva.

Ademais é fundamental apontar a falta de ivestimentos na educação como impulsionadora dos desafios na saúde pública do Brasil. Analogamente, os uso de campanhas de divulgação são muito utilizados para comunicar acerca de doenças e epidemias, porém, é um método que comove o leitor somente durante algum tempo, nesse hiato, depreende-se, portanto, de um foco na melhoria de recursos acerca da educação brasileira e a necessidade de combater esses obstáculos.

Para isso, é imprescindível que o governo, por intermédio de fiscalização de leis, destinando verbas ao SUS, de modo que atenda à população de maneira eficaz. Paralelamente, é imperativo que sejam proibida as propagandas de TV icentivando a compra de alimento obesôgenicos, e no lugar, invista em campanhas de prevenção e na fiscalização, para qyue todos tenham acesso das epidemias e das doenças, não deixando as medidas profiláticas de lado. Assim, se consolidará uma sociedade mais consciente.