Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 20/06/2021

Em meados do século xv, com a colonização portuguesa do Brasil, os colonos trouxeram doenças diversas como a varíola e a febre amarela, o que efetivamente causou uma epidemia no país. Infelizmente, essa epidemia ainda existe no Brasil e é digna de nota, exigindo amplo esforço do poder público e da sociedade civil para lidar com essa problemática situação.

Na verdade, a instabilidade do sistema de saneamento básico em diferentes partes do Brasil tem contribuído para a poluição de água e alimentos, e efetivamente levado à disseminação de doenças por todo o vasto território do país, porque 48% da população o fez. Segundo o Instituto Trata Brasil, não há coleta de esgoto. Por exemplo, em 1563, ocorreu uma doença de varíola no Brasil, que se agravou gravemente devido à falta de saneamento. Essa doença foi a causa da morte de muitos indígenas durante o período colonial. Portanto, comprovou ao governo que o governo precisa aumentar os investimentos em limpeza das ruas, coleta adequada de lixo e tratamento de esgoto para fazer frente à epidemia generalizada no país.

Vale acrescentar que muitos brasileiros não têm acesso a relatórios detalhados ou debates internos sobre as formas de prevenção de diversas doenças, como o vírus Zika e a dengue, que podem ser combatidas de forma decisiva por meio de medidas preventivas simples. Água parada. Diante da escassez dessa transmissão de informações, a resposta à epidemia fica gravemente prejudicada. Portanto, para minimizar o surto de doenças em diferentes regiões do Brasil, os órgãos de formação de opinião devem contribuir para a conscientização sobre a prevenção de epidemias.

Portanto, para fazer frente à epidemia no Brasil, o governo federal responsável pela formulação do orçamento da aliança tem a responsabilidade de destinar mais recursos e investir mais amplamente na rede básica de saúde de todo o território brasileiro para evitar a disseminação da doença. Além disso, as famílias e as escolas têm a responsabilidade de assumir a responsabilidade pela ética pessoal e pelo comportamento moral, e promover uma forte cultura de prevenção de doenças por meio de debates em reuniões familiares e palestras para evitar epidemias como essas. Isso aconteceu durante o período colonial de Portugal no país.