Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 17/11/2021
Segundo Edmund Burke, aqueles que não conhecem a sua história estão fadados a repeti-la. Logo, é notório que Burke tinha razão, pois desde o ocorrido no Brasil, com a Varíola no início do século 20 algumas pessoas têm dificuldades para lidar com epidemias. Diante disso, faz-se necessário o debate sobre a ignorância e a desvalorização da saúde pública em quuestão as epidemias no país.
Em princípio, segundo Manoel de barros, poeta pós-modernista, desenvolveu em suas obras uma “teologia do traste”, cuja principal característica reside em dar valor às situações frequentemente esquecidas ou ignoradas. Seguindo a lógica barrosiana, precisa-se valorizar o acesso á saúde pública e o sistema criado para ajudar pessoas de baixa renda- o SUS (Sistema Único de Saúde)-, visto que algumas pessoas não valorizam isso, por estarem sempre reclamando dos atendimentos públicos e tratando mal aqueles que trabalham no local. Por conseguinte, quando uma epidemia aparece no país pessoas de baixa renda dependem do SUS e começam a reclamar e questionar pelas faltas de aparelhos, medicamentos etc, mostrando que a obra de Barros é coerente com a realidade vivida.
Outrossim, é válido mencionar a ignorância que parte de algumas pessoas em epidemias, por acharem que a culpa é do vizinho, por não acreditarem nas vacinas ou que a doença não existe, como ocorreu com a pandemia de 2020 com o vírus COVID-19, que pessoas não queriam usar máscaras e falavam que a china tinha criado o vírus. Com isso, fica evidente a ignorância das pessoas em relação à epidemias/pandemias.
Portanto, percebe-se que para lidar com epidemias no Brasil, torna-se necessário mistigar a ignorância e desvalorização da saúde pública. Para tanto, cabe as escolas- responsáveis pela educação-, falar sobre a importância de valorizar a saúde pública e como agir em uma epidemia/pandemia, por meio de palestras ou debates, para que assim as crianças não cresçam ignorantes e valorizem a saúde pública.