Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 26/01/2023
Epidemia é quando uma doença se espalha rapidamente em um determinado territorio, e acredita-se que essas chegaram no Brasil no período colonial. No entanto ainda há dificudades de lidar com esse problema de saúde pública no país e deve ser solucionado de imediato, uma vez que denuncia estandartização social e displicência estatal.
Nessa perspectiva, é válido ter em mente que a sociedade acaba por dificutar a resolução da incognta quando não segue as medidas de profilaxia. Uma vez que, ao fazer uma retomada histórica a revolta da vacina do século XX, percebe-se que a reação negativas da populção da época foi graças a desisnformação e estigmas relacionados a vacinção, no entanto na atualidade já existem informações suficientes para invalidar argumentos antivacina. Logo, quando as medidas preventivas, sejam vacinas ou o trabalho dos agentes de endemias são descredibilizados cabe julgar que é imprudência e retrocesso social.
Outrossim, é de suma importância perceber que o estado também tem culpa. Como exemplo pode ser a frase viral do atual presidente Lula “Cadê o Zé Gotinha? Onde está o nosso amigo Zé Gotinha?” fazendo referência a ausência das campanhas de vacinação de crianças, visto que as cadernetas não estavam completas o que gerou o retorno de doenças virais as quais ja haviam sido erradicadas, como o sarampo de 2016 que retornou em 2019, e assim possíveis epidemias. Logo se faz visível a culpa que o governo tem ao não tomar as devidas medidas de saúde pública para evitar a propagação de infermidades contagiosas.
Tendo em vista a fugacidade do problema, medidas devem ser tomadas de imediato. Logo cabe ao ministerio da sáude criar o aplicativo “previna-se já” onde todos cadastrados no SUS devem ter acesso imediato com o número e data de nascimento. Nesse as pessoas terão a caderneta de vacinação e receberão notificações quando vacianas pendentes ficarem disponíveis. Também devem ter abas sobr as medidas de combate dos vetores, como o mosquito aedes aegypti, tudo isso vizando melhorar a profilaxia. Assim como as mídias devem fazer propagandas desmistificando os preconceitos a cerca das ações de combate.