Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 25/04/2023
A obra “Highschool of the dead” retrata um mundo onde a maior parte da população é infectada por um vírus mortal que a transforma em “zumbis”. Fora da ficção, torna-se relevante um paralelo entre essa realidade e a situação atual do Brasil, já que os desafios na saúde pública contribuem para um aumento nas epidemias nessa nação. Assim, infere-se que os motivadores principais dessa problemática são a qualidade educacional brasileira e os efeitos da globalização na estrutura mundial moderna.
Com base nisso, vale analisar a condição educacional do Brasil para entender seu papel como o principal obstáculo no controle epidêmico. Isso se deve porque, assim como confirmado pelo cientista Andrew Huberman, respeitado doutor de Stanford, o cérebro humano é condicionado pelos ambientes educacionais e depende desses para sua formação completa. Esse ponto é vital, porque uma lacuna no conhecimento a respeito de cuidados obrigatórios específicos de cada enfermidade implica em um aumento nesses casos. Nesse sentido, é evidente o papel da educação no controle sobre a aceleração de epidemias.
Ademais, é mister também a discussão a respeito das consequências do avanço tecnológico em suas mais diversas esferas. Para isso, vale-se a obra de Laurie Garett, a qual explicita a relação direta entre a globalização e o número de doenças de um país. Sob essa ótica, doenças deixam de ser geograficamente exclusivas, uma vez que meios modernos de transporte como aviões e “shikansens” permitem um maior contato entre as diversidades de cada nação. Por isso, destaca-se o cuidado que deve ser tomado na avaliação dos danos de epidemias: o mundo mudou, portanto, não se deve comparar esse com o passado distante.
Portanto, vale analisar medidas que visem atenuar os problemas discorridos ao longo do texto. O Ministério da Educação deve, por meio de palestras e projetos educacionais, melhorar a qualidade do ensino a respeito dos cuidados com a propagação do vírus. Adicionando, essas palestras devem se concentrar em tópicos como higiene, uso de máscaras e outros acessórios facilitadores. Com isso, o Brasil terá uma resposta mais clara contra o aumento exacerbado no número de epidemias e a taxa de mortalidade indevida diminuirá.