Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 26/06/2023
O artigo 196 da Constituição Federal de 1988 diz que a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantindo mediante políticas sociais e econômicas. Todavia, na prática, isso não é distribuído igualmente entre a sociedade, já que o Brasil precisa lidar com epidemias, gerando desafios na saúde pública. Diante disso, é importante abordar as adversidades dessa problemática, como a falta de saneamento básico, e a precariedade de recursos.
Sob essa análise, o descaso com as condições sanitárias básicas da população favorece os impasses na saúde pública. Isso ocorre porque a sociedade convive com a falta de cobertura e qualidade nos serviços como rede de esgoto, água, tratamento sanitário, contribuindo para o surgimento de epidemias de doenças como a leptospirose, febre amarela. Nesse contexto, segundo dados do IBGE ( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a falta de saneamento mata 11 mil pessoas por ano no Brasil. Dessa forma, as pessoas são prejudicadas por não possuirem o atendimento de medidas governamentais básicas que a sociedade necessita para sobreviver. Logo, é indispensável critérios que sanem esse quadro.
Ademais, a precariedade de recursos médicos é outro fator impulsionador desse problema. Tal fato se dá por a insuficiência de materiais oferecidos nos hospitais, o que prejudica o atendimento qualitativo aos pacientes. Nesse sentido, conforme " Contrato Social" do filósofo John Locke, o estado não cumpre seus deveres de desfrutar dos direitos de todo cidadão brasileiro. Desse modo, a saúde pública é precária no país em que a população não possui a assistência que controle as epidemias existentes. Assim, essa realidade deve ser questionada.
Portanto, é vital a adoção de medidas que atenuem os desafios na saúde pública e nas epidemias do Brasil. Dessarte, cabe ao Estado, responsável por garantir os direitos básicos da população, proporcionar o saneamento básico de qualidade na sociedade. Isso deve ser feito por meio de uma maior quantidade de pessoas para elaborar a sanidade nas cidades, para que a população tenha uma boa saúde. Além disso, o Governo deve investir na assistência das pessoas doentes, por intermédio da distribuição de materias básicos, melhoria dos hospitais, a fim de atender com eficiência, os pacientes, nos centros médicos.