Desafios no combate ao abuso sexual infantil no Brasil
Enviada em 03/12/2020
Depois das vítimas da violência sexual, pelo menos 20 crianças com menos de 9 anos tratamento tratamento no hospital todos os dias. Nesse caso, a falta de educação sexual e a cultura do estupro dificultam o combate à pedofilia. Como resultado, não foi resolvido e o número de casos ainda é alto, o que leva a traumas físicos e psicológicos, como a depressão.
Claro, a cultura do estupro fará com que a vítima pare de denunciar, porque a culpa é de quem sofreu a agressão. Por exemplo, o vice-presidente Jair Bolsonaro disse ao agente que não a estupraria porque ela não merecia. Portanto, é importante ressaltar que muitas pessoas que foram agredidas têm medo de denunciar e serem julgados. Como resultado, eles não receberam tratamento adequado para tratar como doenças causadas pelos invasores, que podem ser mentais e físicos - como doenças sexualmente transmissíveis. Nesse caso, uma nova geração que surgiu nessa cultura teve a mesma ideia sobre o desenvolvimento interno do abuso sexual. Dessa forma, não podem denunciar a pedofilia, pois temem o agressor e a reação da sociedade.
Além disso, como é difícil para como detectar o abuso e porque as crianças geralmente não sabem o que é assédio, muitos casos ocorreram. Por exemplo, segundo o psiquiatra Daniel Barros, quando o agressor é parente, essa mulher se recusa a condená-lo por não aceitar que ele não tenha protegido o filho e adora a ideia de um crime capaz. Desse modo, as pessoas próximas a parentes podem se tornar abusadoras. Além disso, devido à falta de educação sexual e de diálogo com os pais, as crianças pequenas podem vivenciar a gravidade do problema, como tocar suas partes íntimas sem relatar aos pais, por não conhecerem a gravidade do problema.
Portanto, para o combate à pedofilia, a sociedade deve estar atenta a isso. Para tanto, as ONGs devem cooperar com a mídia para mostrar ao público que as causadas de estupro e assédio nunca serão condenadas. Por isso, anúncios explicativos e palestras devem ser organizados sob a liderança de psicólogos para atentar para a importância do apoio às vítimas e denúncias. Ao mesmo tempo, as escolas devem promover a educação sexual das crianças, tanto para indicar os tipos de abuso quanto para informar os pais sobre a importância do comportamento. Por fim, as creches e as escolas também devem ter como foco as famílias e realizar palestras e necessariamente sobre a necessidade de diálogo com as crianças sobre os temas relacionados. Portanto, o combate à pedofilia será mais efetivo, o que diminuirá os abusos e levará à punição dos culpados.