Desafios no combate ao abuso sexual infantil no Brasil

Enviada em 07/12/2020

A Constituição Federal de 1988 estipula que é responsabilidade do Estado e da sociedade proteger crianças e jovens de qualquer forma de exploração, abuso ou violência. No entanto, o que esta disposição na constitucional não é mais válido. Segundo o Disque 100, atualmente, cerca de meio milhão de crianças e jovens no país sofreram ou sofreram violência sexual. É importante analisar a importância das instituições de ensino no combate à pedofilia no país.

O portal de notícias R7 estima que o governo federal receba cerca de 70 denúncias de abuso infantil todos os dias. Embora a incidência de casos de pedofilia seja alta, acredita-se que a incidência de casos de pedofilia seja ainda maior porque em muitos casos não foram relatadas queixas de crime. Além disso, em alguns casos, por medo ou vergonha, as crianças encobrem a violência que sofreram sem o consentimento dos pais.

O governo provou ser um dos maiores criminosos do Brasil. A lentidão no julgamento dos processos criminais, como a falta de rigidez e detalhamento na aplicação da lei, tem levado ao desenvolvimento da pedofilia em diferentes classes sociais, e também tem levado ao silêncio da comunidade, especialmente dos familiares das vítimas. Impulsionados pelo medo, e fazem os criminosos sentirem-se impunes até certo ponto.

Portanto, é necessário dar às instituições de ensino os poderes adequados no combate à pedofilia. O Executivo federal deve encaminhar à Câmara dos Deputados mais projetos de políticas públicas para aplicação em todo o país, visando à orientação sexual nas escolas de ensino fundamental e médio. As associações de pais podem realizar manifestações em locais públicos, como praças e ruas, para pressionar o Conselho Legislativo Federal a aprovar a implementação dessas medidas educacionais em instituições de ensino do país. O Ministério da Educação deve pagar por palestras nas escolas primárias e secundárias do país, indicando que as crianças precisam lembrar os pais de qualquer comportamento envolvendo suas partes privadas. Além disso, a instalação de monitores internos em escolas de todo o país para ouvir as opiniões dos jovens de forma intuitiva e relatar casos de pedofilia à polícia quando necessário.