Desafios no combate ao abuso sexual infantil no Brasil
Enviada em 06/12/2020
O slogan “Esquecer é permitir. Lembrar é combater” foi escolhido para o Dia Nacional de combate ao Abuso e à Exploração sexual infanto juvenil, reafirma a importância de denunciar e responsabilizar os autores de violência sensualidade contra a população imatura-juvenil. Contudo, na atualidade, as dificuldades encontradas no que tange os Desafios no combate ao abuso sexual infantil no Brasil vão de encontro ao slogan, evidenciando uma das graves dificuldades da sociedade hodierna. Esse cenário antagônico é fruto tanto da ineficiência legislativa, quanto da inércia social.
Em primeiro lugar, cabe analisar a vertente sociológica do francês Pierre Boudier acerca da “violência simbólica” instituída por familiares que visam reprimir a cultura e sexualidade de outrem. Tal conceito trata-se da violação dos Direitos Humanos previstos por lei e infelizmente, pode ser evidenciado na sociedade brasileira, uma vez que vemos abuso sexual na infância apresentam uma tendência maior a desenvolver distúrbios como ansiedade e depressão.
Deve-se compreender, inicialmente, que inovações tecnológicas fazem com que determinadas infantilidades se sintam inseguros. Pode-se verificar, por exemplo, que pessoas mais velhas apresentam dificuldade em confiar nos cidadãos modernos. Dessa forma, percebe-se que lidar com a tecnologia modernamente, requer cuidado constante em prol de uma inserção eletrônica.
Assim, é irrefutável que mudanças devem ocorrer para solucionar essa questão. Nesse sentido, o Governo Federal, instância máxima da administração executiva do Estado, deve criar, por meio de um projeto de lei, um programa de controle à Desafios no combate ao abuso sexual infantil no Brasil, a fim de fiscalizar a violência e inovações tecnológicas impondo muitas a quem violar os direitos descritos na Constituição. Sendo assim, essa questão será resolvida na sociedade brasileira e os direitos dos cidadãos serão efetivados.