Desafios no combate ao abuso sexual infantil no Brasil

Enviada em 11/12/2020

É sabido que, no Brasil, milhares de crianças e adolescentes são vítimas de violência sexual a cada ano. A maioria dos casos ocorre em crianças entre 0 e 11 anos, e a maioria delas são meninas. A exploração sexual de crianças (quando crianças ou jovens são forçados a praticar atos sexuais em troca de recrutamento de dinheiro) é uma barreira social séria que causa danos irreparáveis ​​às suas vítimas. A cultura de masculinidade que sexualiza as crianças e o escasso investimento do governo no combate à violência sexual infantil fornecem condições favoráveis ​​para que os criminosos possam agir.

A falta de diálogo e a falta de participação das escolas como instituições de acolhimento também evidenciam a falta de recursos no combate à exploração.Atualmente, temos observado que quase todos os momentos, vemos notícias de crianças e adolescentes sendo abusados ​​sexualmente por alguém nos jornais e na TV. Normalmente a maioria das pessoas é abusada por seus familiares, como pais, irmãos, tios , Padrastos, etc.

Além disso, em muitos casos, as mães percebem que a filha está sendo abusada sexualmente, mas apenas fingem não ver, talvez porque estejam preocupadas com o agressor ou não queiram expor a filha. Como resultado, percebemos que a maioria das crianças e adolescentes maltratados tem medo de contar a alguém ou mesmo denunciar o agressor, o que leva a abusos frequentes no dia a dia.

Diante dessa situação, além de programas sociais voltados para a conscientização da sociedade sobre o tema, os cargos governamentais são essenciais para a implantação de uma delegacia de polícia voltada para o combate aos crimes contra crianças. Assim, comprometendo a cultura de incentivo ao mercado de pornografia infantil. No entanto, também é fundamental o apoio do Ministério da Educação na contratação de profissionais especializados para solucionar esse problema nastratar a questão da exploração sexual de escolas, potencializando o entendimento.