Desafios no combate ao abuso sexual infantil no Brasil

Enviada em 29/12/2020

Em setembro de 2015, os países represetantes da ONU, reconheceram a Paz e Justiça para todos como o décimo sexto Objetivo de Desenvolvimento Sustentável para a Agenda 2030, apesar disso a injustiça contra quase 32 mil vítimas em 2018, segundo o Fórum de Segurança Pública, ainda persiste. A dificuldade das vítimas de se expressarem, principalmente por serem crianças, e a falta de preparo das pessoas ao seu redor,  acarreta  em obstáculos no combate ao abuso infantil no Brasil.

Dessa forma, apesar das vítimas terem dificuldades de se expressarem, apresentam sinais importantes. Sendo assim, o especialista em análise de linguagem corporal, Vitor Santos, do canal no YouTube, Metaforando, em um de seus vídeos explica como descobriu um caso de abuso através de fotos e vídeos, do agressor junto com a vítima, analisando o toque e o comportamento de ambos quando dividiam o mesmo espaço. Isso mostra que apesar dos indícios muitas vezes não serem explícitos, eles existem e podem ser visíveis.

Segundo a Sociedade Brasileira de Psicologia, falta de concentração, desânimo na participação das atividades escolares, consequente queda no desempenho e aproveitamento escolar, podem ser sinais de abusos, isso traz a tona a responsabilidade que o ambiente escolar tem no combate ao abuso sexual infantil, pois estes sinais são mais vísiveis e claros. O medo e trauma causado nas crianças, dificulta mais ainda a abertura para o entendimento de outrs sobre a situação, sendo necessarias pessoas qualificaficadas para lidar com isso.

Portanto esse problema deve ser sanado com urgência. Logo cabe ao Ministério da Cidadania, pois é a instituição responsável pelo desenvolvimento social, por meio da criação uma sociedade de concientização e preparação para as pessoas da comunidade escolar, para assim identificarem possíveis sinais e expressões que podem significar problemas com abuso, logo tomando as providências cabíveis, dessa forma atingindo em 2030 a justiça a todos prevista na ONU em 2015.