Desafios no combate ao abuso sexual infantil no Brasil
Enviada em 16/01/2021
Segundo a Organização Mundial da Saúde, a pedofilia é considerada um transtorno psicológico em que o indivíduo sente prazer sexual por crianças. De modo análogo, observa-se no cenário brasileiro reflexos semelhantes à questão dos desejos sexuais pelos jovens de carácter masculino e feminino. Nesse contexto, é preciso que estratégias sejam aplicadas para alterar essa situação, que possui como origem: insuficiência de leis e silenciamento.
Primeiramente, convém ressaltar que uma causa do problema é a lacuna legislativa. Sob esse viés, o filósofo inglês John Locke defende que as leis fizeram-se para os homens e não para as leis. Todavia, em razão de falhas do ordenamento jurídico para melhorar a vida das pessoas em sua aplicação, o que não funciona na prática, como o decreto de 1998 que decreta a segurança aos cidadões. Por conseguinte, as autoridades da saúde registram que 75, 2% do sexo feminino e 26,8 do masculino são vítimas da pedofilia.
Em segundo plano, vale salientar que outro motivo é a falta de debate. Sob essa lógica, o filósofo alemão Habermas define que a linguagem é a verdadeira foma de ação. No entanto, no que se refrere à questão do receio de comunicar as agressões cometidas pelo agressor que executa o assédio moral e físico, dificulta a resolução do empecilho, já que a comunicação é a ferramenta fundamental para sanar os desafios do abuso sexual no período moderno.
Portanto, medidas fazem-se necessárias para abolir o impasse. Para esse fim, é dever do Governo, juntamente com o Ministério Público, promover um disque-denúncia para que os jovens comuniquem e desabafem, explicando a situação do ocorrido para os especialistas nessa área. Além disso, é importante que seja feita contratações de pscicólogos e psiquiatras para atendimento gratúito nas igrejas. Tais fatos podem ocorrer por meio de verbas governamentais, visando auxiliar as pessoas com a prestação de serviços e acompanhamentos, sobretudo, cessar á problemática.