Desafios no combate ao abuso sexual infantil no Brasil

Enviada em 15/04/2021

A negligência da proteção

Segundo algumas notícias a ignorância é o fator mais violento da sociedade. Ao analisar as descobertas do país relacionadas ao abuso sexual infantil, ficou claro que o país tem sido violento ao ignorar medidas eficazes para resolver este obstaculo. Problemas como a falta de agências especializadas para lidar com o problema e a falta de suporte e estrutura familiar são os principais motivos do desconhecimento do Estado e da demora na solução desse obstáculo.

Em primeiro plano, pode-se observar que, se não houver uma instituição adequada para medir quantos casos existem e em que área se tomam as medidas mais fundamentais para começar a solucionar o problema, começa a incompetência do governo. Países mais desenvolvidos como os Estados Unidos possuem agências especializadas para lidar com esse problema, pois o abuso é considerado um grave ato de violência contra crianças e jovens, e este é o futuro do país. De acordo com esse raciocínio, o Brasil permitiu que esse tipo de violência acontecesse, mostrando que não se preocupa com o próprio futuro.

Em segundo plano, é óbvio que outro obstáculo para a superação desse obstáculo é a negligência familiar, pois, por medo de represálias sociais, a negligência familiar muitas vezes não dá atenção à entrega do filho ao filho ou aos sinais de desistência da criança. O primeiro caso é bem descrito no livro “Lolita” de Nabokov, que conta a história de Humbert Humbert. Nos livros e na vida real, pode-se constatar que o fato de adultos se sentirem atraídos por crianças e fazer sexo com crianças é um transtorno mental grave que precisa ser tratado antes que a pessoa cause danos a um ou mais jovens.

Portanto, é imprescindível que medidas eficazes sejam tomadas com urgência de acordo com a situação crítica do país. Nesse sentido, é fundamental a criação de um órgão de prevenção à violência infantil, de forma a dividir os empregados em três categorias: os que serão denunciados; os que juntos com o Conselho Tutelar, vão visitar a família e levar os filhos se necessário ou os responsáveis que organizam os dados sobre quais áreas têm mais casos para proteger verdadeiramente os jovens. É preciso também conseguir mais profissionais da área de saúde mental para atender não só as crianças que sofreram traumas, mas também os agressores, para que o Brasil consiga reduzir casos e ter uma população mentalmente saudável. O país também deve colaborar com a mídia para lançar uma campanha de conscientização para que as famílias afetadas não tenham medo da condenação e do julgamento, garantindo assim um futuro melhor para o país.