Desafios no combate ao abuso sexual infantil no Brasil
Enviada em 27/04/2021
De acordo com Artigo 227° da Constituição Federal, é dever da familia e do Estado, assegurar com absoluta prioridade a proteção a vida e o respeito as crianças e adolescentes. No entanto, percebe-se que a lei não é colocada em prática na sociedade brasileira, por ainda ser um grande desafio o combat ao abuso sexual infantil no Brasil. Devido à uma falha na formação cidadã e a ausência de medidas governamentais.
É válido ressaltar, que o abuso sexual é algo recorrente no Brasil, principalmente em crianças e adolescentes. De acordo, com a Folha De São Paulo, 72% das pessoas estrupadas são menores de 18 anos. Deixando explícito como a área infantil é atingida por essa objeção. Na maioria dos casos de abuso, o agressor é um padrasto ou alguém próximo a família, nesse contexto a criança abusada fica com medo de contar a alguém o que está acontencendo com ela. Nesse sentido, nota-se a falha na formação cidadã dos familiares por não darem total atenção aos acontecimentos familiar.
Além disso, é notório, que os casos de estrupo ocorre em lugares públicos, como em escolas, onde a criança acha que está em um local seguro e descobre que pode ter um abusador dentro de um banheiro escolar. Como é o caso da menina de 9 anos que foi obrigada a fazer relação sexual sem consentimento dentro do banheiro da escola em Porto Velhor, de acordo com o G1. Diante disso, é onde existe a ausência de medidas governamentais para as crianças.
Portanto, cabe aos pais e familiares ficarem atentos aos diferentes comportamentos repentinos do filho (a), para não deixar acontecer um abuso sexual em um lugar onde a criança se sente segura que é a própria casa. Por meio do Estado, é necessário políticas públicas na Educação, através de seguranças e câmeras nas escolas para que não aconteça novamente o que aconteceu com a menina de Porto Velho. Dessa forma, a falha na formação cidadã será amenizada e os jovens terão acesso ao direito da proteção, como é assegurada no Artigo 227° da Constituição.