Desafios no combate ao abuso sexual infantil no Brasil

Enviada em 24/07/2021

No documentário “Mundo sem porteira” aborda uma história sobre o problema do abuso sexual de crianças e adolescentes nas rodovias brasileiras. Nesse sentido análogo, muitas crianças tem seus direitos violados e não conseguem defender-se das pessoas que praticam essa crueldade. Além disso, o governo não impõe nenhuma lei que impeça os diversos casos ocorridos que sucedem a cada minuto. Logo, esta problemática advém da falta de caráter dos insolentes na sociedade, atrelado ao governo que não age em questão dos que sofrem dessa causa.

Em primeira análise, é lícito destacar que o corpo social possui pequeno conhecimento sobre o que é caráter. Isso posto, segundo Charles Chaplin, o verdadeiro valor do homem é o seu caráter, suas ideias e a nobreza dos seus ideais. À luz desta perspectiva, devemos ter atitudes que promovam o respeito entre o corpo social. Entretanto, é inaceitável que a sociedade continue dessa forma, pois se ninguém fazer nada, ao decorrer do tempo as pessoas podem agravar esse caso de violência e explorar a comunidade infantil, alguém tem que se responsabilizar por isso.

Ademais, vale postular que o governo não se depõe para combater a exploração sexual infantil no Brasil. Nesse viés, segundo o Estatuto da criança e do adolescente, é crime previsto no artigo 244-A que, quem cometer o crime está sujeito a prisão de 4 a 10 anos, além da multa. Com isso, quem infligir essas leis e se envolver com alguma criança será penalizado. Diante disso, é evidente que não é bem assim, quando os delinquentes da sociedade envolvem-se com o grupo infantil nada é feito. O Poder Estatal deve tomar atitudes em relação a isso, pois, caso não tomar, lugares como o espaço público será cada vez menos seguro. Por cúmulo, consequentemente levará os pequeninos a terem casos de ansiedade, depressão entre outros transtornos mentais. Todavia, todos os dias as pessoas abusam de meninos e meninas e ninguém faz nada respeito ou impõe os devidos direitos que aquela pessoa merece.

Portanto, medidas são necessárias para solucionar o aproveitamento abusivo infantil. Urge que o Ministério dos Direitos Humanos — órgão responsável pela coordenação das ações de combate às diversas formas de violência sexual contra crianças e adolescentes — invista, por meio de parcerias com as escolas e faculdades em palestras que incentivem os jovens estudantes, gestão e responsáveis a se conscientizarem dos atos que podem causar na vida de alguém. A finalidade de tal medida é que as pessoas tenham o devido respeito pelo próximo e não venham desenvolver esse processo de explorar os meninos e meninas. Somente assim, a sociedade irá ver o documentário “Mundo sem porteira”, como uma realidade distante.