Desafios no combate ao abuso sexual infantil no Brasil

Enviada em 17/08/2021

Abuso sexual infantil é a prática forçada de atos com carater libidinosos com menores de idade. Tendo como base essa máxima é notório que, no Brasil, uma ineficiência estatal no combate a esta prática é um dos principais empecilhos que perpetuam a ocorrência de tal. Somado a isso, a irresponsabilidade de pais no cuidado de seus filhos fazem com que este ato criminoso ainda seja recorrente na justiça brasileira. Assim é claro que a situação das crianças brasileiras é de vulnerabilidade e suplica com urgência por uma solução.

O longa-metragem nacional “Anjos do sol” retrata com maestria a realidade das crianças que passam pelo processo de exploração sexual. O caso retratado no filme traz consigo os reflexos de uma situação relativamente comum no país. Contudo, essa problemática se torna muito mais complexa visto que se trata de uma questão estrutural brasileira de um sistema ineficiente no combate de tais atos criminosos. Segundo a ministra da Mulher, Fmailia e Direitos-Humanos, Damares alves (Em declaração no dia 17/05/2021), para cada caso denunciado de abuso sexual infantil, outros 20 não são denunciados, principalmnente por serem em regiões muito afastadas ou fechadas .Diante de dados tão alarmantes, fica clara a situação calamitosa das crianças no Brasil e somente reafirma a necessidade de ações imediatas.

Pralelamente a isso, há a irresponsabilidade de pais e mestres que entregam seus filhos e filhas para a prostituição ou para aberturas que facilitam o abuso sexual como a não frequencia a escola, o trabalho infantil ou uma moradia em ruas e espaços públicos. Segundo dados de 2010 do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), no Brasil existem cerca de 250 mil crianças na prática da prostituição. Tais dados alarmantes colocam a Nação em situação delicada relativa à infância e evolução uma crise social muito mais crítica do que se debate atualmente.O flagelo do Abuso sexual infantil mancha a história nacional e demonstração o quão ineficais é a governabilidade do estado maior e a incapacidade da União e de todas as suas esfreras em proteger as crianças brasileiras.

Em suma, é evidente a necessidade de ações efetivas na busca pelo fim de tal crime. Assim, instituições de ensino público junto aos estados e municípios permite criar programas de assistência piscicológica, atraves de consultas individuais dos alunos com profissionais, um fim de indentificar casos de abuso sexual infatil e facilitar a denúncia dos infratores, dificultar assim na melhora nos índices de casos denunciados. Somente assim o estado terá cumprido a função de proteção das gerações futuras e evitar que novas mazelas se alastram pela sociedade.