Desafios no combate ao abuso sexual infantil no Brasil
Enviada em 31/08/2021
Segundo a filosofia de Emma Goldman, a ignorância é o elemento mais violento de uma sociedade. Ao analisar sobre a situação na qual o país se encontra em relação ao abuso sexual infantil, percebe-se que o estado tem sido negligente ao associar medidas eficazes para solucionar o problema. Questões como a falta de um órgão específico para tratar do assunto e a falta de estruturas e apoio familiar, sao as principais razões que estimulam a ignorância estatal e atrasam a resolução desse obstáculo.
Em primeira análise, observa-se que a incompetência governamental começa quando nao há um órgão para mensurar quantos casos existem e em quais regiões mais ocorrem medidas a fundamentais para começar a resolver o problema. Paises mais desenvolvidos, como os EUA, possuem certas instituições para cuidarem dessa questão, uma vez que o abuso se caracteriza como uma violência grave para ciranças e jovens, e esses são o futuro da nação. Seguindo essa linha de raciocínio, ao deixar tal ato acontecer, o Brasil mostra que esta despreocupado com o seu futuro.
Em segunda análise, percebe-se que outro empecilho na resolução desse obstáculo é a negligência familiar, que muitas vezes nao presta atenção nos sinais que a criança dá ou mesmo deixa acontecer por medo de retaliação social. O primeiro caso é retratado bem no livro Lolita, que narra a história de humbert humbert, homem que se casa com uma mulher so para se relacionar fofrçadamete com a filha. Fora da ficção, nota-se uma semelhança ao perceber que o fato de adultos se atrairem e realizarem relações sexuais com crianças, é um distúrbio mental grave e precisa ser tratado antes que a pessoa traumatize mais de uma pessoa.
De acordo com os fatos supracitados, é de suma importância reverter esse quadro no brasil. Portanto, é dever do governo federal instituir orgãos de proteção contra abuso sexual infantil, além de colocarem mais profissionais na área de saúde mental nos postos de saúde público para que tratem não só crianças maltratadas, mas também os agressores, afim de diminuir-se os casos e ter-se uma nação mentalmente saudável.