Desafios no combate aos crimes cibernéticos

Enviada em 20/10/2020

Diariamente, no Brasil e no mundo, são registrados casos de crimes cibernéticos, tal como: pornografia infantil, incitação à violência, crimes contra a vida e outros. Não é só isso que preocupa a sociedade, mas também a fragilidade da computação que intriga os internautas e levanta o questionamento de como se portar na internet.

Não é de hoje que se sabe que os aparatos tecnológicos foram feitos para nos espionar. Frequentemente se recebe anúncios no celular sobre algo comentado próximo a eles, o que prova que não se sabe de forma clara que tipo de informação é coletada do usuário. Seguramente o sistema telefônico não garante o sigilo das informações.

O uso da tecnologia é intensa e os dispositivos hoje contêm dados muito particulares de seus usuários e fica evidente o descuido da população em relação ao uso de ferramentas que os protejam de ataques de hackers, exemplo disso é o aplicativo “Zoom Meeting” que ficou conhecido como uma sala de reuniões on-line, mas que na verdade também captava informações de seus usuários.

O Brasil está longe de ser um exemplo em segurança digital, por não possuir leis protetoras, o coloca em situação de vulnerabilidade. Há ausência de confiança na rede nacional de computadores e desleixo do usuário à proteção de dados, hoje é necessário que cada pessoa reflita sobre suas ações virtuais.

Em resumo, pode-se perceber que se faz necessário mudanças de pensamento. O usuário precisa ser receoso: usar senhas mais complexas, atualizar seus antivírus e utilizar senhas biométricas para dificultar ataque de invasores. Enquanto isso o governo pode trabalhar para aprimorar a Segurança Nacional Cibernética e adotar providências para diminuir possíveis ameaças. O Poder Legislativo pode criar novos projetos de lei que visam punir com mais severidade pessoas que invadam computadores de outrem. Em outras palavras, os cidadãos juntamente com o Estado  conseguem aprimorar a segurança de seus dados virtuais.