Desafios no combate aos crimes cibernéticos

Enviada em 15/10/2020

Antes do surgimento dos bancos, era necessário que os trabalhadores guardassem suas riquezas consigo, principalmente a burguesia, e por isso, contratavam seguranças para protegerem suas casas ou no caso dos reis, os palácios. Entretanto, após a construção dos primeiro bancos pelos judeus, a população passou a ter onde deixar suas moedas protegidas, e assim, é até os dias atuais, mas com novos problemas. A partir do desenvolvimento tecnológico, foram criados aplicativos para smartphones com o intuito de controlar sua conta no banco via internet, diminuindo as idas as agências e desfrutando dos meios de comunicação. No entanto, surge  um novo problema, os “hackers”, ou seja, criminosos que roubam informações a fim de manusear, principalmente, seu dinheiro. Portanto é preciso uma solução para que diminua o número de vítimas.

Primeiramente, há muitas formas desses profissionais em crimes cibernéticos possuírem inúmeras informações sobre uma única pessoa: através das redes sociais. O documentário produzido pela “Netflix”, “Dilema das redes” deixa explícito o tanto de informações que em alguns minutos uma pessoa qualquer consegue visualizar sobre outra, como o nome dos familiares,  cidade natal e até o seu número de telefone nas redes sociais. Esses dados podem ser o suficiente para uma chantagem ou invasão cibernética.

Além disso, possuir a conta do banco em um computador normal ou um celular e esta não estiver senha, pode ser muito arriscado, pois basta conectar em uma rede “WI-FI” desconhecida para que seus dados sejam roubados através da nuvem, ou armazenamento virtual. Outrossim, senhas como o próprio dia do aniversário ou o nome já não são aceitas em muitos aplicativos porque se tornaram comuns e fáceis de serem descobertas.

Portanto, com o intuito de amenizar essa problemática, o governo brasileiro poderia disponibilizar programas gratuitos para a população proteger seus computadores e celulares do roubo de informações por parte dos “hackers”. Com esta proposta, também poderiam ser apresentadas maneiras para que as pessoas pudessem se conscientizar e não cometer ações que facilitem o trabalho dos criminosos, como a implantação de senhas mais trabalhadas, com números e letras misturados, por exemplo e o uso de símbolos para dificultar as combinações. Posto isto, será superado essa problemática e o Brasil subirá no ranking dos países mais protegidos dos crimes cibernéticos, segundo a Business Software Alliance.