Desafios no combate aos crimes cibernéticos
Enviada em 16/10/2020
Com uso da internet, está cada vez mais fácil descobrir dados pessoais. E com a crescente demanda para que as pessoas estejam mais conectadas por conta de trabalhos, escolas e com a pandemia, está bem mais perigoso ter sua privacidade roubada e seus dados pessoais.
Uma das formas mais eficazes que os hackers e criminosos encontraram para conseguir aplicar golpes foi o uso da Deep Web. A Deep Web é um grupo de sites programados e criados para que o mecanismo de pesquisa não o encontrem, ele é usado para crimes como pedofilia, venda de armas, venda de órgãos, venda de drogas e até mesmo assassinos de aluguel.
Na Deep Web não existe localização ou dados pessoais explícitos, por esse motivo é muito mais fácil aplicar golpes e não ser descoberto. Eles usam um tipo diferente de e-mail chamado Onion, que não deixa ser rastreado pelo FBI ou outros usuários, e não espalham suas informações pessoais e crimes.
De acordo com dados do Global Security Map, projeto da organização independente CyberDefcon, o Brasil aparece na 33ª colocação em segurança cibernética, em ranking que envolve 219 países. ‘‘Os Estados Unidos aprovaram sua primeira lei de combate a crimes cibernéticos há praticamente 30 anos, e a gente só conseguiu aprovar uma no ano passado” disse o procurador Marcelo Caiado, chefe da Divisão de Segurança da Informação da Procuradoria Geral da República.
Para combater e desvendar crimes cibernéticos, os peritos criminais dos Institutos de Criminalística do Brasil realizam as seguintes ações proativas e preventivas; Implantação de novas tecnologias de segurança da informação para prevenir a ação de criminosos digitais como o programa de spam usado em celulares e smartphones e o monitoramento mediante mandato judicial de redes de computadores com suspeição de práticas fraudulentas.