Desafios no combate aos crimes cibernéticos
Enviada em 16/10/2020
Atualmente, vive-se em uma era tecnológica que necessita de celulares e computadores para realizar grande parte das tarefas cotidianas, como pagamento de compras, aulas online e até reuniões. Logo, a Internet é muito importante, entretanto, nela, há pessoas as quais acreditam não ter consequências ao postar uma frase ofensiva, caluniar alguém ou invadir uma conta. Normalmente, esses crimes são cometidos anonimamente, o indivíduo cria uma nova conta na qual ele não se identifica e então comete os atos que quiser. Porém, há leis, as quais não são respeitadas, que proíbem esses atos, pois podem corromper a imagem e privacidade de pessoas e institutos.
No dia a dia, páginas de pedofilia, violência animal e doméstica são criadas nas redes sociais para divulgar seus crimes e praticar terrorismo, a fim de assustar as pessoas e o crime ganhar visibilidade nacional. Isso, pois os criminosos costumam querer atenção, pois, normalmente, têm problemas pessoais, os quais podem desencadear doenças psicológicas, como psicopatia. Porém, há indivíduos que se dispõem de suas habilidades informáticas para invadir estas páginas, apagá-las das redes e tornar a Internet um lugar melhor.
Conforme publicado na mídia, em janeiro de 2020, a Unicamp fora invadida por hackers. Então, para achá-los, foram necessários outros hackers que trabalhavam à polícia para detectar os danos causados no sistema e rastreá-los para saber de onde vinham, para então, prender os criminosos. Logo, percebe-se que hackers podem ser bons para a sociedade, porém eles devem ser orientados moralmente para não usufruírem de seus conhecimentos para roubar ou aliciar pessoas físicas e jurídicas, o que ocorre constantemente.
Portanto, uma maneira efetiva para lutar contra vários crimes cibernéticos é a utilização de hackers do bem, uma vez que possuem habilidades semelhantes aos criminosos, logo podem descobri-los facilmente ao rastreá-los. Por fim, os governos de cada país deveriam criar corporações especializadas em informática, com os impostos pagos pelo povo para segurança pública, para incriminar os indivíduos corretos para que sejam presos, como forma de consequência para seus atos que vão contra a lei.