Desafios no combate aos crimes cibernéticos

Enviada em 16/10/2020

Os crimes cibernéticos acontecem em várias esferas do mundo digital, alcançando desde as redes sociais como o fecebook, twitter, como as instâncias de acesso restrito, chamadas deep webs ou dark webs, ferramentas estas de uso comum entre rackers. Nesse mundo, os crimes podem ser considerados “leves”, como disseminação de dados pessoais, mas também gravíssimos, como a pedofilia, tráfico de pessoas e ataques a bancos e sistemas empresariais. Nesse mundo, relativamente novo, a única forma de se ter maior controle e real combate aos crimes cibernéticos, faz-se necessário o desenvolvimento tecnológico de combate em igual ou superior desenvolvimento de tecnologias combativas e um sistema legislativo, com duras penas aos criminosos, soluções, estas, que ainda não existem no Brasil.

Estão se tornando rotineiras e comuns as noticias sobre crimes cibernérticos. Diferentemente do que se possa imaginar, os crimes cibernéticos estão por todos os lados do mundo moderno. Eles vão desde o compartilhamento não autorizado de dados pessoais, até o tráfico de pessoas e organização de ataques terroristas.

O mundo todo passa por esse desafio. Isso porque, o mundo digital traz tecnologia que se atualiza a todo instante. Por outro lado, a organização das instâncias de controle, como inteligência policial, sistemas de controle e anti-ataques, normas legais que determinem os tipos de crimes e as suas penas relativas, pressupõem a organização de vários entes da sociedade que não trabalham na mesma velocidade que aqueles que utilizam essas ferramentas. Seja para o bem e, muitas vezes para o mal.

Cresce, nesse contexto, os ataques a sistemas internos de empresas, ataques a computadores, redes sociais e celulares, com a disseminação de conteúdo de caráter privado, que expõem a intimidade e, muitas vezes, a honra ou mesmo dados de extremo sigilo das pessoas atacadas. São conversas, fotos, documentos que jamais deveriam ser apresentados `a sociedade, seja por opção de seu detentor, seja por questão de segurança.

Não há, portanto, outra forma de combate senão a busca, incessante e em velocidade superior à utilizada pelos criminosos, do desenvolvimento tecnológico dos serviços de inteligência, sejam da iniciativa pública ou da iniciativa privada, da polícia ou da sociedade civil, a fim de se conhecer o alcance destes criminosos, propondo soluções acessíveis a todos, através de sistemas e, principalmente, orientação. Fundamental, ainda, que sejam desenvolvidas duras normas e leis que penalizem os criminosos.