Desafios no combate aos crimes cibernéticos

Enviada em 17/10/2020

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à segurança e ao bem-estar social. Conquanto, os desafios no combate aos crimes cibernéticos impossibilita que parcela da população usufrua desse direito universal na prática. Esse cenário antagônico é fruto tanto da falta de informação sobre o assunto quanto a escassez de órgãos policiais especializados em crimes cibernéticos. Nessa perspectiva esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.

Segundo o pensador e líder político Nelson Mandela ‘‘a educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo’’, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido à falta de atuário das autoridades, a falta de informação gera uma população ignorante quanto ao assunto, e resulta em um número relevante de vítimas dos golpes virtuais, onde há roubo de informações pessoais como dados de cartões de crédito, entre outros. Desse modo, faz-se mister a reformulação da postura estatal de forma urgente.

Ademais, é imperativo ressaltar a escassez de órgãos policiais especializados em crimes cibernéticos como promotor do problema. Partindo desse pressuposto, dados do site uol.com.br apontam o Brasil como o segundo país do mundo que mais sofre com os crimes cibernéticos, fato que deixa evidente a fragilidade da nação no combate a esses problemas. Tudo isso, retarda a resolução do empecilho e perpetua esse quadro deletério.

Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Desse modo, com o intuito de mitizar os crimes cibernéticos no Brasil, necessita-se, urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do Ministério da Segurança Pública, será revertido em palestras educativas sobre o assunto, além de um investimento na especialização de profissionais responsáveis pela fiscalização dos crimes virtuais.