Desafios no combate aos crimes cibernéticos
Enviada em 18/10/2020
A Terceira Revolução Industrial proporcionou o avanço tecnológico ao homem. Assim, os celulares e os computadores tornaram-se meios de comunicação indispensáveis ao indivíduo. Com eles, porém, surgiram os crimes cibernéticos - infrações cometidas no meio virtual. Nesse sentido, a falta de conhecimento informático pela população e a dificuldade em reconhecer os criminosos anônimos representam desafios no combate aos crimes da área - sendo entraves a serem resolvidos.
Em primeiro plano, cabe ressaltar de que forma a ausência de conhecimento sobre o âmbito virtual favorece a ocorrência dos crimes virtuais. A exemplo, ao desconhecer que não se deve compartilhar dados pessoais na internet, o sujeito fica vulnerável aos hackers - invasores cibernéticos. Nesse viés, uma vez que conhecimento é poder - consoante ao iluminista Thomas Hobbes -, saber como se proteger no mundo virtual
e quais informações mandar neste, atenuaria os casos criminais nesse âmbito. Mas, conforme a Kaspersky, mais de 30% dos internautas não sabem de que forma manter a proteção na internet - isso favorece a ação criminal, representando um desafio a ser solucionado.
Ademais, faz-se mister salientar como o anonimato dificulta a solução dos crimes cibernéticos. Nessa perspectiva, o caso da atriz Carolina Dieckmann exemplifica a insegurança do mundo virtual - pois a artista teve fotos íntimas vazadas - e a dificuldade em encontrar o criminoso sob anonimato - conforme o G1, houve considerável demora na descoberta da identidade do suspeito. Dessa forma, além da educação tecnológica, há necessidade em agilizar o processo de reconhecimento dos criminosos.
Portanto, a fim de mitigar os desafios relacionados ao combate dos crimes cibernéticos, urge que empresas como a Google fomentem cursos por meio de uma plataforma online - a citar HotMart - abordando os temas “Como se proteger no ambiente virtual” e “Como descobrir identidades anônimas”. Desse modo, será possível amenizar os crimes virtuais e usufruir, com segurança, dos produtos da Terceira Revolução Industrial.