Desafios no combate aos crimes cibernéticos
Enviada em 26/10/2020
É indiscutível o grande impacto que a internet tem gerado no mundo e, principalmente, na rotina das pessoas. Nota-se as redes sociais como um dos maiores programas utilizados para a transferência de arquivos e informações entre pessoas que se conhecem ou não. Entretanto, ocorrem vários crimes virtuais através de infratores que se aproveitam da facilidade do acesso às redes sociais e aos descuidos da maioria das pessoas quando utilizam as mesmas.
Sabe-se que, pessoas de todas as idades acessam a internet com muita frequência, mas não tomam o cuidado necessário pra usufruir com segurança de todos pontos positivos que a tecnologia pode oferecer. Pode-se ressaltar sites maliciosos com vírus infiltrados de criminosos que tentam a todo momento roubar dados importantes do usuários como os bancários e pessoais. percebe-se também, que o infrator aproveita-se do anonimato para à pratica de crimes cibernéticos.
Ademais, uma pesquisa realizada pela rede social Facebook, revelou que em seus registros constam mais de dois bilhões de usuários, portanto, o perigo é enorme, visto que, o criminoso pode ser de qualquer lugar do mundo, correndo o risco desse ainda ficar impune de seus atos. Além disso, o usuário facilita a ação criminosa expondo-se nas redes sociais, frequentando sites desconhecidos “clicando” em tudo que aparece na sua tela.
Contudo, é evidente que existem dificuldades no processo investigatório desses crimes virtuais, como por exemplo, a resistência dos provedores em fornecer dados de usuário e local de acesso, alegando que essas informações são sigilosas. Outro problema muito frequente que deve ser citado é a incompatibilidade entre sistemas IPs usados pelas empresas de telecomunicações do Brasil (IPv4) e pelos provedores de conteúdo sediados no exterior (IPv6), pois o primeiro permite o acesso de até 132 pessoas em um mesmo IP simultaneamente, o que acaba por embaraçar a investigação criminal. Várias outras dificuldades também acabam impedindo um processo investigatório célere e satisfatório, como por exemplo, a falta de legislação, delegacias especializadas e profissionais capacitados.
Diante disso, devido à falta de legislações, é preciso que o próprio usuário tome medidas para inibir a ação de bandidos virtuais , sendo que, o primeiro passo é procurar um técnico habilitado para instalar no aparelho eletrônico o devido programa de defesa contra essas ameaças oriundas de sites maliciosos , o segundo passo é sempre evitar conversar com estranhos nas redes sociais e não se expor exacerbadamente , o terceiro e último passo é manter dados bancários e pessoais com senhas.