Desafios no combate aos crimes cibernéticos
Enviada em 23/10/2020
Com o intuito de reduzir a caça predatória mundialmente, foi criado e aprimorado o plástico. Todavia, esse elemento projetado para ser benéfico, mostrou-se extremamente nocivo a animais silvestres e ecossistemas marinhos, além de ser o responsável pela morte de 1,5 milhões de seres aquáticos por ano de acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas). Tal problema é potencializado pelo não aproveitamento do plástico já produzido, além de inadequadas formas de descarte.
Antes de mais nada, a capacidade de elementos plásticos de serem reutilizados é um forte aliado para reduzir o número de descartes deste elemento. Porém, pesquisas realizadas pela ONU indicam que 40% do elemento referido produzido nos últimos 150 anos nunca foi reutilizado. Dessa forma, com baixos índices de reaproveitamento, a produção do material aumenta exponencialmente.
Ademais, dados do National Geographic apontam que quantidade de lixo nos oceanos quase triplicará até 2040, chegando a 29 milhões de toneladas. Nesse âmbito, o descarte inadequado do plástico é uma realidade mundial, e acaba por transformar os oceanos em lixões abertos. Dessa forma, a qualidade de vida dos animais marinhos decai brutamente.
Considerando o alto nível de poluição dos mares que compromete ecossistemas e animais marinhos, é perceptível a necessidade de medidas para reverter a situação. É competência do Ministério do Meio Ambiente conscientizar consumidores e produtores de plástico acerca dos malefícios da matéria em questão, com o intuito de alavancar a produção de elementos descartáveis e hidrossolúveis incentivando empresas do seguimento com oferta de mão de obra e paraísos fiscais. Assim, os resíduos plásticos serão auto degradáveis e menos nocivos ao meio ambiente, e só então, a prosperidade marinha será alcançada mundialmente.