Desafios no combate aos crimes cibernéticos
Enviada em 29/10/2020
No ano de 1969, ocorreu a criação da internet, com o principal objetivo de interligar laboratórios de pesquisas, entretanto, com o passar dos anos muito mais que área científica passou a ser usada como comunicação. Por um lado, com o alto crescimento da tecnologia, a população começou a confiar cada vez mais nas redes, colocando tudo que acontece na sua vida em exposição. Por outro lado, de maneira cruel, “hackers e ladrões bancários” aproveitam da inocência e da falta de informação de muitos usuários praticando atos de maldade. Nesse sentido, faz-se necessária uma abordagem criteriosa, ligando conhecimentos tecnológicos a hostilidade dos crimes cibernéticos.
A priori, com os serviços oferecidos pelas empresas através de redes sociais tornam as pessoas cada vez mais cômodas e confiantes no que é passado a elas. Conseguinte a tal fato, hackers aproveitam dos mais inocentes para passarem os golpes, seja por chantagem ou anúncios de produtos falsos com o objetivo de roubarem os dados dos “clientes”, assim, acabam pagando sem prescindência do produto.
A posteriori, de acordo com o Segundo o Relatório de Ameaças à Segurança na Internet de 2019, entre os 157 países analisados, o Brasil foi classificado como o quarto país com mais invasões de hackers e crimes virtuais, contabilizando 4,11% dos ataques globais. Ademais, campanhas de SPAM e o mercado negro são fatores imprescindíveis para o crescimento dos números. Portanto, golpes e falcatruas com pessoas desinformadas ou mais velhas tendem a causar serias consequências, seja de maneira psicológica com o desenvolvimento de depressão ou financeira por perder tudo o que lutou por anos em um “click”.
Urge portanto, a adoção de medidas a fim de uma maior segurança nas redes. Cabe ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações pertencente ao Governo Federal, disponibilizarem antimalware gratuito que são capazes de detectar invasores tentando acessar dados pessoais para que seja passada uma maior confiança a população. Com a ajuda do Ministério da Educação e de mídias, devem ocorrer palestras e propagandas - que envolvam as consequências e como acontecem os golpes transmitindo para todas faixas etárias -, além de ajuda psicológicas a pessoas que foram enganadas de maneira online ou pessoalmente. Assim, espera-se formar uma sociedade mais honesta e atenta à tecnologia.