Desafios no combate aos crimes cibernéticos

Enviada em 30/10/2020

Na Revolução Técnico Científico, período de investimento no desenvolvimento do meio virtual, ocorria o intenso englobamento de diversas culturas na internet, promovendo preconceito e, consequentemente, crimes. De maneira análoga, com os números de usuários cada vez maiores, o meio digital se tornou alvo de várias práticas criminais, desde atos racistas até formações de quadrilhas, na qual demonstra a ineficácia na fiscalização no local desses acontecimentos. Assim, é possível afirmar que as raízes históricas e uma ineficaz fiscalização são os principais desafios no combate aos crimes cibernéticos.

A princípio, o cantor Cazuza dizia que: “Eu vejo o futuro repetir o passado”. Nesse viés, é evidente que o enraizamento de acontecimentos históricos tendem a perdurar na sociedade, caso não forem acompanhadas com um discernimento adequado, como a promoção dos crimes no meio digital, que foi criado para integrar as diferentes culturas mundiais. Analogamente, essas práticas nocivas são provenientes de um não entendimento adequado acerca do intuito da internet, pois seria um local de respeito e de conhecimento das diversas notícias ao redor do mundo. Dessa forma, para que haja a diminuição dos crimes no meio virtual, faz-se necessário o rompimento com o ideal de criminalidade deixado desde o desenvolvimento desse local de desfile de ódio.

Outrossim, o escritor italiano Umberto Eco dizia que: “As redes sociais deram voz aos imbecis”. Nesse âmbito, é imprescindível o amparo de uma fiscalização adequada para impedir o aumento de práticas criminais na internet, pois com o aumento de usuário a cada dia é necessário, também, o aumento de fiscais nesse meio que, infelizmente, apresenta muita violência e ódio. Nessa perspectiva, é válido ressaltar a inadequada educação digital proferida por educadores no mundo inteiro, acarretando em um incentivo para os praticantes desses atos influenciarem outros para esse mesmo caminho. Desse modo, faz-se necessário o investimento no controle e em políticas educativas virtuais.

Portanto, é perceptível que a Revolução Técnico Científico deixou vertentes históricas no inventivo para crimes e ódio, maximizados pela ineficácia na fiscalização e na má educação. Posto isso, o Ministério da Educação deve promover palestras nos meio midiáticos, com o objetivo de demonstrar a nocividade das práticas criminais na internet para os jovens e adultos que acessam diariamente esse local, por meio de educadores digitais renomados, com o intuito de instruir a maneira correta para que a internet foi desenvolvida, que foi para a integração de cultura e notícias. Ademais, essas palestras devem agregar para o incentivo do aumento no controle de usuário nas redes sociais, utilizando o princípio de Umberto Eco, que é uma inspeção adequada para evitar imbecis.