Desafios no combate aos crimes cibernéticos

Enviada em 02/11/2020

Thomas Hobbes em sua obra “o Leviatã”,  definia o homem como uma criatura selvagem, um lobo e que estaria sempre em guerra para manter-se vivo: " o homem é o lobo do próprio homem". O pensamento de Hobbes leva a crer que os humanos se consomem, até mesmo pela internet, e os que conseguem sobreviver são, pois, os que enfrentam desafios de combater  ações hostis, pela ferramenta que deveria servir ao bem.

No que tange à segurança cibernética, o Brasil é o último país do ranking; portanto, sendo referência Japão, depois seguido pela Austrália e Alemanhã. Nesse viés, o crime cibernético atua 366 vezes por dia, segundo informações divulgadas pelo Ministério Público Federal(MPF) e as Delegacias engajadas na luta contra essa modalidade delituosa. É desafiador e tão semelhante a se procurar a agulha no palheiro o combate a hackers.

A guisa de conhecimento, no contexto do cibercrime estão: fraudes por email, de identidade, roubo de dados financeiros e corporativos, ataques “ransonware”, “criptojacking” e espionagem. Nesse mister, um exemplo bem comum e recente de mega operação de hackers foi a negação de serviços -“denial of service” (DDOS)- em 2017 instalado em empresas. Como resultado houve exigência de resgate e um prejuízo de U$ 4 bilhões em biticoins.

Enfim, para haver segurança de tecnologia de informação (TI) precisa-se  manter o software de proteção atualizado, usar senhas fortes, evitar spam, evitar sites malicioso, cotejar informações com empresas, sobretudo as bancárias.

Isto posto, sugere-se ao Governo Federal que se engaje sobremaneira , no combate ao Cibercrime, empregando as Delegacias de Polícia Federal, o MPF e, em particular, o Congresso agilize a edição de leis  para essa modalidade delituosa, prevendo penas severas aos delinquentes da Net. Dessa forma, garantir-se-á o direito à segurança privada e, acima disso, melhorando a imagem do país no cenário da internacional.