Desafios no combate aos crimes cibernéticos
Enviada em 09/11/2020
Segundo o pensamento da Ex relatora especial da ONU (Organização das nações unidas) Katarina tomasevski “A educação é a chave para abrir outros direitos humanos”. Diante dessa visão podemos afirmar que buscar informação é uma liberdade fundamental, e com todo avanço tecnológico atual, essa pesquisa ficou mais rápida e fácil através de poucos cliques no celular, mas todo esse avanço revelou que a educação não acompanhou esse progresso, e como boa parte da população mundial não tem acesso à conhecimento básico de informática, isso ocasionou um aumento nos diversos tipos de crime cibernético.
A primeira pauta importante desse assunto é o pouco conhecimento quando envolve o assunto tecnologia, pois uma pesquisa realizada pela GSMA (empresa de análise e estatísticas tecnológicas) levantou dados que 5,1 bilhões de pessoas no mundo tem algum tipo de aparelho celular. Levando em consideração esse levantamento, com o uso diário do aparelho, entramos em redes sociais, apps que coletam dados pessoais que podem nos tornar vítimas futuras desse tipo de infração pois quando entramos nessa era digital não recebemos um ensinamento para nós defendemos desse tipo de abuso, sendo assim ficamos vulneráveis.
Com essa vulnerabilidade os índices de transgressão online vem aumentando significamente entre os anos, pois com a facilidade de app obter nossos dados e com uma baixa segurança, os hacker invadem bancos de dados, conseguindo informações para cometer crimes financeiros ou até crimes de ódio.
Para ter um controle maior, é necessário que os governos aumente a cobrança por meio de leis à quem desenvolve os programas, para fazer um sistema mais forte contra os malfeitores, e os mesmo ter uma linguagem mais simples com os usuários em relação à coleta de informação, outro investimento essencial seria o aumento no número de delegacias e agentes especializados na área de crimes virtuais, pois assim haverá uma queda no número de casos desse meio.