Desafios no combate aos crimes cibernéticos
Enviada em 05/11/2020
Após a Guerra Fria, o processo de globalização desenvolveu-se gradativamente e novos meios de comunicação surgiram cada vez mais na vida pessoal e profissional das sociedades dos séculos XX e XXI. A Internet é como principal invenção tem um significado revolucionário. Mudou e tornou a vida das pessoas melhor. Infelizmente, crimes de ódio e intimidação virtual continuam crescendo. Normalmente, esses criminosos acreditam que a Internet é um lugar onde não existe lei, e usam a Internet para eliminar o ódio por meio de vários atos criminosos, que vão desde difamação e calúnia à pedofilia e outros dos crimes mais graves, infelizmente em última instância não punidos.
Na Constituição brasileira, a violência física ou psicológica deliberada ou repetida com o objetivo de intimidar alguém é chamada de crime. Essa atitude disfarçada de “piada” na sociedade tem sido praticada em locais como escolas, universidades e locais de trabalho, e agora ganhou um forte espaço nas redes sociais. Ferramentas como o facebook e o whatsapp têm suporte para proteger os dados do usuário e estimular a violência, antes eram realizadas por pessoas fisicamente ativas em horários específicos, agora são anônimas, 24 horas por dia. As razões são muitas, mas considerando as consequências emocionais da depressão ou exclusão social, não pode ser considerado um fenômeno normal.
Além do desrespeito inerente às pessoas, existem outros fatores que agravam esse problema. No caso do Brasil, a omissão desses tipos de crimes e a impossibilidade de utilizar os meios de denúncia agravaram sua inexistência. Paulo Freire acredita que o desrespeito garante sua herança aos outros. Seguindo essa linha de pensamento, os indivíduos contribuirão para a desarmonia e a frustração do país ao cometer crimes virtuais.
Portanto, é necessário tomar medidas para eliminar o impasse. isso depende de Impedir que os usuários usem ferramentas de proteção para melhorar a segurança e a privacidade. Deve-se haver um trabalho contínuo de conscientização e reuniões com pais e grupos de jovens para tentar prevenir problemas. Alertar para os riscos técnicos através de anúncios e vídeos, concientizando para a necessidade de restringir a divulgação de dados pessoais. E por fim, os indivíduos devem usar a racionalidade defendida por Sócrates para cultivar a ética, ser bons em fazer as coisas e para alcançar a virtude.