Desafios no combate aos crimes cibernéticos

Enviada em 17/11/2020

Diante da necessidade em compartilhar informações entre locais distantes entre si. A internet surge com o intuito de promover essa praticidade, provocando uma verdadeira revolução digital nas estruturas sociais vigentes. Entretanto, os seus malefícios podem ser prejudiciais tanto para os indivíduos, quanto para as instituições sociais. Nesse contexto, muitos ataques cibernéticos ocorrem por não haver, ainda no Brasil, legislação suficiente para os crimes digitais, que afetam, inclusive, a própria composição política.

Em primeira análise, em novembro de 2020, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) e o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sofreram com as tentativas de invasões cibernéticas contra o seu sistema. Dessa forma, é evidente a fragilidade do Governo Federal em proteger a própria rede de servidores que, por conseguinte, gera desconfiança na capacidade em proteger os aparelhos de seus cidadãos. Assim, é evidente a necessidade de investimento nos setores de tecnologia e inteligência para a proteção de dados do país.

Ademais, conforme o levantamento feito em 2018 pela associação SaferNet Brasil, em parceria com Ministério Público Federal (MPF), contabilizou 133.732 queixas de delitos virtuais. Desse modo, a estatística é reveladora, pois é explícito o grande número de pessoas que sofrem atues constantes em seus aparelhos devido as propagandas suspeitas e links que levam os usuários a terem os dispositivos invadido.

Portanto, é evidente que os crimes cibernéticos podem ser prejudiciais a toda sociedade. Logo, o Governo Federal em conjunto com o Ministério da Educação deve promover a educação digital para a melhor conscientização da população acerca dos aparelhos, seja por meio de vídeo-aula ou presencial, para os jovens e até mesmo aos adultos. Dessa forma, as pessoas estarão preparas para evitar os vírus digitais e combater os crimes

cibernéticos.