Desafios no combate aos crimes cibernéticos

Enviada em 01/12/2020

Apenas no Brasil, em 2010, o faturamento do comércio eletrônico foi de R $ 7,8 bilhões, superior aos movimentados no ano anterior. Sem contar que desde 2008 o e-commerce cresceu 60%. Pode parecer um simples dado, porém o aumento do tráfego online também tem seus controles, com eles. Nesse sentido, as pessoas sofrem ataques cibernéticos, em virtude de plataformas online vulneráveis ​​e poucas leis sobre isso.

Primeiramente, vale ressaltar que esses ataques aumentam porque as plataformas acessadas online são pouco seguras, possibilitando ataques de hackers. Segundo o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência, em 2020, foram mais de 20 mil notificações registradas denunciando ataques cibernéticos. Com isso, nota-se que a pandemia do COVID-19 trouxe mais pessoas para o digital, porém isso também gerou um aumento de hackers.

Além disso, outro fator que influencia na continuidade desse problema é a quantidade de leis sobre esse tema. Hoje, no Brasil, existem leis como a Marco Civil da Internet e Lei Carolina Dieckmann. Essa pífia quantidade de leis pode ser entendível, uma vez que o mundo digital é novo, porém deve-se agir.

Portanto, para que os ataques cibernéticos sejam extintos no Brasil, medidas precisam ser tomadas. É necessário que, por meio das verbas públicas, os Ministério da Economia e Justiça, criem mais leis sobre o mundo digital e que organizem conselhos para que os sites sejam mais protegidos. Assim, talvez, não tenhamos mais ataques hackers no Brasil e nem no mundo.