Desafios no combate aos crimes cibernéticos
Enviada em 07/01/2021
A série norte-americana “Black Mirror”, disponibilizada pela plataforma Netflix, retrata-se em um de seus episódios ou drama vívido por um jovem, no qual o mesmo sofre um golpe virtual, em decorrência de uma invasão por hackers, possuindo suas intimidades sob ameaça de exposição para a família do mesmo. Na contemporaneidade, diversos adolescentes jovens e adultos, de todas as idades, nacionalidades e classes como o jovem retratado pela série, vivem essa realidade no âmbito cibernético. Nesse sentido, ainda é preciso superar diversas entraves, entre elas, por exemplo, a falta de segurança no setor digital, muito comum no Brasil, que representa um impasse para o fim dos desafios de se construir uma rede virtual mais segura.
A princípio, é mister analisar como a falta de infraestrutura,ajuda a perpetuar as barreiras para se alcançar uma rede digital confiável e prudente. Decerto, vale lembrar que no Brasil, segundo dados da empresa, cibersegurança Symantec, no Brasil mais de 62 milhões de pessoas foram afetadas por crimes virtuais. Na atualidade, como decorrência dessa falta de autossuficiência nos setores de segurança virtual, persistem muitos objetivos, tal como a necessidade de apurar roubos de dados pessoais, que segundo, o IBGE, demonstração que, o mesmo pode ser determinante para desencadear, clones de cartão de crédito, roubo de dados bancários e documentos pessoais seja por vírus advindos de links falsos, seja por perfis falsos oriundos de sites não verificados.
Torna-se evidente, portanto, a substancialidade de ir de encontro aos crimes cibernéticos que afetam negativamente, a segurança e bem-estar dos inclusos nesse quadro. Cabe, às instituições de ensino, junto a família, abordar e trabalhar a prevenção e o cuidado que deve-se obter virtualmente através de pedagogos e placas socioeducativas com intuito de conscientizar e informar, perigos os quais os mesmos estão correndo. Ademais, é preciso que o Ministério da Tecnologia, por intermédio de verbas da União e do fundo rotativo, mova capital para, criar uma infraestrutura qualificada e confiável no meio cibernético, em pró da segurança dos afetados e da melhoria do sistema.Outrossim, o Ministério da Defesa deve investir em tecnologia, pesquisa, inovação e na capacitação de profissionais atuantes nesse globo, para assim, dessa forma promover a segurança do país. Além disso, como ONGs, junto à mídia, podem divulgar as notícias e criar projetos dando dicas e idéias de autocuidado e defesa para a sociedade, através de campanhas públicas e projetos de conscientização. Dessa forma, combatendo o embate deletério do problema no Brasil.