Desafios no combate aos crimes cibernéticos

Enviada em 03/01/2021

No filme “Velozes e furiosos 7”, é retratado o olho de Deus um dos dispositivos para rastrear e invadir informações pessoais. Infelizmente, a narrativa não destoa da realidade brasileira, na qual, não apenas, mas principalmente, quando o assunto é sobre segurança digital, pela razão de não gozar de leis protetoras. Com essa ferramenta de intromissão, o seu comportamento virtual deve ser planejado.

Primeiramente, quando ocorre a “Revolução científica”, causa a fusão entre o homem e a máquina. No entanto, nessa incessante evolução digital a segurança do usuário é precária, pois os rackers estão em constante desarmonia. Assim sendo, como Hobbes já afirmava “O homem é lobo do próprio homem”, ou seja, enganando e iludindo, vai conseguir o que almeja.

Em segunda análise, é importante ressaltar, os sites anônimos como um dos maiores colaboradores para os crimes digitais, com a da exposição. É inegável que, por exemplo, os famosos estão obstinados a contemplar pelos sites de fofocas, com apenas um “clique” sua imagem está destruída, sem ter o que fazer, para negar, e até mesmo isolar sua vida pessoal.

Portanto, são necessários para resolver o impasse. Logo, o Ministério da Justiça e Segurança Pública, deve inserir medidas protetivas, ampliando a oferta de funcionários no poder judiciário, que tratem de questões relacionadas a crimes virtuais, por meio de um projeto de lei a ser entregue à Câmara dos Deputados. Nele deve constar que, ampliando a demanda dos servidores de impasses sobre a rede online vai diminuir. Espera-se, com essa medida, que os desafios no combate aos crimes cibernéticos sejam freados no Brasil.