Desafios no combate aos crimes cibernéticos

Enviada em 16/02/2021

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948  pela ONU, Organização das Nações Unidas, garante a todos os cidadão o direito à privacidade e à dignidade. Contudo, com o advento da tecnologia esses direitos foram mais ameaçados. Portanto, é crucial debater acerca do analfabetismo digital e o governo, incapaz de proteger a sociedade, como pilares da perpetuação dos crimes cibernéticos.

A princípio, vale discutir a falta de conhecimento tecnológicos pelas pessoas. Nessa perspectiva, dados de 2018 do INEP, Instituto Nacional de Estatística e Pesquisas, apontam que 45% dos entrevistrados sofreram machismo ou preconceito social em redes sociais. Desse modo, a pouca educação digital, aumenta o risco de golpes e agressões on-line. Logo, é vital que o povo seja protegido e conscientizado e os agressores, punidos.

Ademais, o Estado está atrasado em garantir segurança em um setor cada vez mais presente na vida do país. Dessa maneira, segundo pesquisas divulgadas pelo IBGE em 2017, cerca de 63,6% das casas já tinham internet. Contudo, o governo que análogo ao chanceler alemão, Bismark “é a arte do possível” falha na função de preservar a integridade social, neste contexto, em combater e atenuar os crimes cibernéticos.

Por fim, é imprescindível que as escolas e a mídia, difusoras de informações, orientem as pessoas a evitar passar pelos problemas digitais e a reagirem devidamente, por meio de palestras com especialistas e conversas interativas, de forma educativa e eficaz. Além disso, o governo deve penalizar os infratores, por intermédio de prisões e multas altas direcionadas á inclusão e letramento digital, de modo rígido e inovador. Assim, o Brasil será o país das tecnologias seguras.