Desafios no combate aos crimes cibernéticos
Enviada em 28/05/2021
Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que os crimes cibernéticos apresentam barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Para isso, torna-se fundamental analisar a falta de conhecimento da sociedade, sobre os crimes cibernéticos e a falta de legislação apropriada.
Com efeito, é crucial pontuar a falta de ciência da população sobre os crimes cibernéticos, o qual mostra-se um desafio para combate-lo. Nesse sentido, o filósofo Shopenhauer defende que os limites do campo de visão de uma pessoa, determina seu entendimento a respeito do mundo. Assim, fica claro uma das causas que torna o crime nas redes sociais persistente, pois se a sociedade não tem contato com informações de alerta, sobre os cuidados que os individuos devem ter com seus dados pessoais sua visão será limitada, em razão disso acaba dificultando a resolução do problema.
Outrossim, a fragilidade da segurança na tecnologia deve-se pela escassez de leis eficazes, para a proteção dos dados pessoais da sociedade. Segundo Umberto Eco, “para ser tolerante é preciso fixar os limites do intolerável”. Diante disso, percebe-se que a falta de uma legislação eficaz, acaba aumentando o número de pessoas que são atacadas por crimes tecnológicos, na qual hackers aproveitão da situação e tem acesso a todas informações privadas de uma pessoa. Assim, fica evidente a importância do cambate aos crimes cibernéticos.
Em sintese, medidas são necessárias para conter os avanços dos crimes cibernéticos na sociedade brasileira. Sendo assim, com o intuito de mitigar os crimes no mundo da tecnologia, requer, urgentemente que o Ministério da Justiça e Segurança Plública, desenvolva leis que garantam a segurança dos dados pessoais da sociedade, através de uma discursão aberta com a população, por meio de redes sociais e mídias, a fim de que as outoridades junto com a população criem propostas para resolver este problema.