Desafios no combate aos crimes cibernéticos
Enviada em 28/05/2021
A série estadunidense “C.S.I. Cyber” tematiza sobre uma equipe de agentes especiais que combatem crimes cibernéticos. Fazendo-se uma comparação da ficção com a realidade no Brasil, vemos que esses delitos estão se tornando comuns com o avanço das tecnologias, marcados, principalmente, pelo roubo de dados e de arquivos e, até mesmo, práticas violentas para a sociedade, que encontra desafios para seu pleno combate. Faz-se necessária, portanto, a resolução imediata dessa mácula a fim de garantir para a população seu direito essencial que é a segurança.
De acordo com a Interpol, a dependência virtual de empresas e de trabalhadores é o fator que mais colabora para o aumento de crimes virtuais. É notório que, desde o século XX e a invenção da internet, o ser humano passou a usar o ciberespaço de modo frequente, sendo agora uma ferramenta capilarizada em todos os laços sociais, principalmente em negócios, desde microempresas até multinacionais. Consequentemente, com intuito de barrar novas oportunidades para o crime virtual, é imprescindível que essas organizações, alvos em potencial, invistam em programas que fortaleçam a barreira de segurança.
Em contrapartida, os delitos cibernéticos não estão presentes apenas nas empresas, pois celulares de qualquer cidadão podem ser alvos dessa tática. Por essa razão, a Lei Carolina Dieckmann foi criada, que tipifica como crime a invasão de aparelhos eletrônicos para a obtenção de dados particulares. Logo, a fiscalização massiva de atos criminosos é de urgência, pois a realidade é que o compartilhamento de fotos, de arquivos e de até localizações são perigosos para o bem estar do cidadão, que pode correr perigo caso aconteça.
Com isso, verifica-se como a segurança digital é imprescindível para a humanidade. Dessa forma, é papel das empresas na intensificação de politicas de segurança e realização do inventário digital, por meio de uma mapeação detalhada, visando proteger dados e arquivos e verificando possíveis ameaças. Ainda, é dever do Governo desenvolver as ferramentas computacionais e monitorar as suspeitas de práticas fraudulentas, com estratégias que priorizem as pessoas a terem maior segurança no ambiente virtual. Só assim, o Brasil não terá mais desafios para combater os crimes cibernéticos.